Debates sobre ateísmo

Em meados de 2007 tive oportunidade de promover alguns debates online sobre alguns aspetos do ateísmo. Na altura, a participação era estimulada essencialmente por alguns blogs que se dedicavam ao tema e cujos autores comentavam entre si nas respetivas caixas de comentários. Mesmo assim, aconteceram debates muito interessantes e, curiosamente, um dos debates contribuiu de alguma forma para um abandono do cristianismo em relação ao ateísmo. Registo esse facto apenas como mera curiosidade.

Ultimamente, com o domínio avassalador das redes sociais, muita da ação está a passar para aqueles meios. Contudo, os conteúdos ganham uma tendência para a superficialidade, talvez adquirindo energia nos aspetos mais fúteis das redes sociais. Não tem que ser assim!

A ideia base por detrás destes debates sobre ateísmo é conseguir criar uma rede de pessoas que, quer através do Facebook, quer através dos seus blogs pessoais, debatam temas que são lançados para a discussão regularmente. As participações poderão depois ser debatidas/comentadas por todos os utilizadores da página no Facebook ou pelos visitantes de cada um dos respetivos blogs.

Fica lançado o isco… O grupo onde tudo irá estar centralizado denomina-se “Debates sobre Ateísmo” e é um grupo aberto, o que significa que qualquer pessoa pode aderir.

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Integração do blog com Facebook e Twitter

Nota: Após testar as funcionalidades apresentadas neste artigo, tive que chegar à conclusão que a integração de comentários ainda causava mais problemas do que resolvia. Assim, lamento informar que optei por abdicar da integração dos comentários.

Até ontem, a integração automática deste blog com as aplicações sociais Facebook e Twitter era assegurada pelo registo do blog nos Networked Blogs que, posteriormente, fazia a distribuição dos conteúdos para ambos os ambientes sociais.

Em relação ao Twitter, esta solução era suficiente. Pouco depois de um artigo ser publicado aqui no blog aparecia o seu título e o respetivo link no meu mural do Twitter e todos (os poucos) que me seguem por lá podiam ver essa notificação. Nada de muito complicado e, se excluirmos o pequeno problema de não ser uma ação imediata, podemos afirmar que a solução era perfeita.

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Bye, bye… hi5

Já não estou no hi5! Cansei-me de receber convites de amizade de gente que eu nunca vi mais gorda e com quem me evitaria cruzar na rua. Durante cerca de 2 anos, o hi5 não contribuiu em nada para melhorar a minha presença na net, nem contribuiu em nada para o meu enriquecimento pessoal. Assim, cancelei a minha conta.

Se calhar sou eu que não acho graça a esta onda de “social networks” generalistas. Tal como aconteceu a especialização dos blogs há uns anos atrás, penso que o caminho para as redes sociais é também o da especialização.

Queria acabar com um lacónico “foi giro enquanto durou”, mas não teve piada nenhuma.