A propósito desta afirmação do Rui Rodrigues (Esta discussão [testamento vital] só não se faz, porque a Igreja Católica não quer) no seu mural do Facebook, recordei-me de algo que eu disse uma vez acerca dos crentes, das crenças e das religiões. Já não me recordo exatamente do contexto, mas a afirmação era mais ou menos a seguinte:
Há duas coisas que não se podem dar às religiões: nem demasiada importância, nem demasiada confiança! Se conseguirmos um equilíbrio entre estas premissas, seremos capazes de ter uma sociedade verdadeiramente laica e secular sem sermos persecutórios em relação às liberdades religiosas de todos os cidadãos.
Isto, claro, abordado no contexto nacional, ou até mesmo ao nível da Europa ocidental, grosso modo.