Como melhor divulgar o ateísmo

Para qual­quer ateísta, o mundo ideal seria aquele em que a soci­e­dade e o espaço público esta­riam isen­tos de sim­bo­lo­gia, influên­cias, pres­sões e acti­vi­da­des reli­gi­o­sas. Para qual­quer ateísta, o mundo ideal seria aquele em que uma visão natu­ra­lista e huma­nista do mundo fosse norma, o estado laico e as ins­ti­tui­ções secu­la­res res­pei­ta­das e valo­ri­za­das. Con­tudo, esta­mos ainda muito longe desse mundo ideal. Sem o con­tri­buto de todos, essa dis­tân­cia entre o estado das coi­sas e o estado ideal das coi­sas irá manter-se durante muito tempo.

Esse con­tri­buto, no entanto, pode ser feito por todos nós, dia­ri­a­mente, sem esforço; basta boa von­tade e um pouco de gra­ti­tude. Senão, veja­mos: todos nós temos acesso gra­tuito a uma quan­ti­dade de con­teú­dos online sobre ateísmo. Feliz­mente, muito desse con­teúdo dis­po­ni­bi­li­zado para todos nós tem uma qua­li­dade con­si­de­rá­vel e faz-nos pen­sar, rir, apro­fun­dar e dis­cu­tir o nosso ateísmo e o ateísmo dos outros. Ora, se há tanta maté­ria online da qual nós gos­ta­mos, por que não con­tri­buir para a causa ateísta com o sim­ples acto de aju­dar a divul­gar esses con­teú­dos? Atra­vés do sim­ples acto de divul­ga­ção dos con­teú­dos ateís­tas a que dia­ri­a­mente ace­de­mos esta­re­mos a con­tri­buir de uma forma deci­siva para a divul­ga­ção do ateísmo.

A inter­net hoje em dia fun­ci­ona muito à base de esta­tís­ti­cas e de refe­rên­cias. Se arti­gos sobre ateísmo come­ça­rem a ser mais divul­ga­dos atra­vés das diver­sas redes soci­ais dis­po­ní­veis, os moto­res de busca não fica­rão alheios a esse facto e esses arti­gos pas­sa­rão a ter maior expo­si­ção. Assim, da pró­xima vez que se cru­za­rem com um artigo sobre ateísmo não se esque­çam de o par­ti­lhar em redes soci­ais como o Face­book, Twit­ter, Red­dit e por aí fora.

Este blog per­mite há já bas­tante tempo a refe­rên­cia auto­má­tica dos arti­gos em diver­sos sites soci­ais (ver ícones no final de cada artigo, antes dos comen­tá­rios), por­tanto se essa von­tade de cola­bo­rar para a causa ateísta for genuína não há des­cul­pas para que não sejam adqui­ri­das estas boas práticas.

(adap­tado de artigo ori­gi­nal­mente publi­cado no Por­tal Ateu:  Pro­mo­ver o ateísmo sem fazer nenhum)

Um blog é um blog

Eis que renasce em mim a von­tade de escre­ver neste blog outrora movi­men­tado e dinâ­mico. Um blog é um blog e não neces­sita de gran­des flo­re­a­dos para que as ideias fluam e as dis­cus­sões se mul­ti­pli­quem. Feita a neces­sá­ria tra­du­ção para o por­tu­guês, eis que o “Penso, logo, sou ateu” se rea­nima. Cui­dado, tenham muito cuidado…

Integração do blog com Facebook e Twitter

Nota: Após tes­tar as fun­ci­o­na­li­da­des apre­sen­ta­das neste artigo, tive que che­gar à con­clu­são que a inte­gra­ção de comen­tá­rios ainda cau­sava mais pro­ble­mas do que resol­via. Assim, lamento infor­mar que optei por abdi­car da inte­gra­ção dos comentários.

Até ontem, a inte­gra­ção auto­má­tica deste blog com as apli­ca­ções soci­ais Face­book e Twit­ter era asse­gu­rada pelo registo do blog nos Networ­ked Blogs que, pos­te­ri­or­mente, fazia a dis­tri­bui­ção dos con­teú­dos para ambos os ambi­en­tes sociais.

Em rela­ção ao Twit­ter, esta solu­ção era sufi­ci­ente. Pouco depois de um artigo ser publi­cado aqui no blog apa­re­cia o seu título e o res­pe­tivo link no meu mural do Twit­ter e todos (os pou­cos) que me seguem por lá podiam ver essa noti­fi­ca­ção. Nada de muito com­pli­cado e, se excluir­mos o pequeno pro­blema de não ser uma ação ime­di­ata, pode­mos afir­mar que a solu­ção era perfeita.

Ler mais…

1… 2… Teste…

Agora que o blo­gue está de novo no ar con­vém tes­tar algu­mas fun­ci­o­na­li­da­des. Para já, des­taco o novís­simo Word­Press 3.0 e o novo tema base que estou a uti­li­zar neste momento. Mas, prin­ci­pal­mente, quero tes­tar com este artigo a imple­men­ta­ção do blo­gue com o Face­book e o Twitter.

Rendição

Depois de pres­sões de diver­sos qua­dran­tes, rendi-me aos sites soci­ais. Já tenho conta no Twit­ter, hi5, Face­book e mais um ou outro que pode­rão encon­trar no rodapé do blog.

Lamen­ta­vel­mente, todas essas tre­tas ape­nas ser­vem para me dis­trair de ir man­tendo este blog, outrora o meu “mais que tudo”. O tempo não dá para tudo e o Por­tal Ateu con­ti­nua a ser uma prioridade.

Penso, logo, sou um blogger

Já lá vão quase dois anos desde que trans­for­mei este blog numa pla­ta­forma de divul­ga­ção e refle­xão do meu ateísmo. Desde então, mui­tos deba­tes acon­te­ce­ram nas cai­xas de comen­tá­rios deste blog; atra­vés des­ses inte­res­san­tes deba­tes tive opor­tu­ni­dade de reflec­tir mais pro­fun­da­mente sobre o meu ateísmo e ama­du­re­cer alguns dos prin­cí­pios que tenho defen­dido. Ao longo deste período, escrevi para o Diá­rio Ateísta, fun­dei e aju­dei a criar o Por­tal Ateu e par­ti­ci­pei como comen­ta­dor em diver­sos outros blogs. Nas últi­mas sema­nas, estive acti­va­mente envol­vido nos pri­mei­ros pas­sos da AAP.

Resu­mindo, a ques­tão da defesa do ateísmo tem tido um papel rele­vante na minha vida ao longo des­tes dois anos. Con­ti­nu­ará, cer­ta­mente, a ter esse papel; isso ape­nas não irá acon­te­cer neste blog. Con­ti­nu­a­rei a cola­bo­rar e a par­ti­ci­par no Por­tal Ateu (fiquem aten­tos à reen­tré, trará algu­mas novi­da­des) e, enquanto mem­bro da Direc­ção da AAP pre­tendo estar bas­tante activo nas ini­ci­a­ti­vas da mesma.

No que toca a este blog, pas­sará a ser um espaço mais fami­liar, por um lado, e mais gene­ra­lista, por outro. Podem ler mais nesta página.

Para além da mudança de visual, mudei tam­bém a legenda de título do blog, abdi­cando do “Penso, logo, sou ateu” que dá lugar a um igual­mente sar­cás­tico “Penso, logo, sou um blog­ger”.

Como sem­pre, espero que se divirtam.