O Sentido da Vida é descobrirmos a intranquilidade existente entre o nosso nascimento e a nossa morte.
Arquivos da Categoria: Pessoais
Vox Café, n’A Voz do Operário
Secretária temporária
So Long, 25 anos
Decorria o Verão de 1986 quando compus uma das músicas que mais me reflecte musicalmente. Se não estou em erro, foi dedicada a uma ex qualquer, mas já não me lembro bem a qual, o que é perfeitamente razoável passados 25 anos!
Esta música foi gravada a primeira vez num Fostex X-30 ainda nos anos 80, numa versão em que contava com segundas vozes, e depois, mais tarde, num sistema Triple DAT da Creamware, já no final dos anos 90. É essa a versão que podem ouvir mais abaixo. Em ambos os casos contou sempre com a preciosa participação do António Barbosa, no primeiro caso nas vozes e no violino e no segundo caso com o violino apenas. O contributo da musicalidade do António Barbosa a esta música é enorme e muita da personalidade que a música ganhou deve-se exactamente ao seu trabalho de violino. Obrigado, Tó!
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Tchau, 2010! Até que enfim…
Este não foi dos melhores anos… Para mim, por razões meramente estatísticas, agrada-me que chegue ao fim.
Contudo, quero destacar deste meu 2010 algo de muito positivo: deixei de fumar e isso é, sem dúvida, uma grande vitória! O ano não se resumiu a isso, claro está, mas é o facto mais importante que fica deste ano.
A Long, Long Way
No passado mês de Março escrevi este tema que é dedicado à minha mulher e a mim. Enfim, dedicado a nós!
Porque merecemos e porque nos merecemos. Espero que gostem.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Blog versus Facebook e Twitter
Por diversas razões, este ano tem sido marcado pelo meu afastamento tanto deste blogue como do Portal Ateu. Razões de índole pessoal e profissional estiveram na origem desse processo mas, talvez como alternativas para preencher esse impulso de escrever inconscientemente criadas, os sites sociais — primeiro o Twitter e depois o Facebook — ocuparam a maior parte do meu tempo online. Lamentavelmente, diga-se…
Ao longo dos últimos anos tenho escrito sobre diversas matérias, com diversos graus de seriedade e interesse, quer neste blogue, quer no Portal Ateu. Qualquer desses textos estará sempre disponível ao alcance de uma pesquisa ou de uma consulta aos arquivos, desde que as bases de dados se mantenham online.
Com os sites sociais não é assim. Embora as entradas possam lá estar (confesso desconhecer durante quanto tempo são guardadas as informações nos sites sociais), a questão é que o tipo de participação que se tem nos sites sociais raramente merecerá uma pesquisa à posteriori, pois tratam-se, normalmente, de participações pouco profundas, indignas de grande atenção para além do imediato.
Não quero com isto dizer que os sites sociais sejam inúteis ou desinteressantes; o que quero dizer é que não devem substituir os blogues. Seria como tentar substituir uma tese de Física por uma fórmula grafitada numa parede de subúrbio! Ou como tentar resumir “Os Maias” a um SMS de 3 linhas em “portukês”. Não se pode dizer que sejam exactamente a mesma coisa…
Basicamente, pode-se colocar a situação desta forma: o Facebook é para os amigos, o blogue é para as ideias. É que, ao contrário do que aconteceria num mundo ideal, eles nem sempre se cruzam!
Keep the Faith in You
Aqui há umas semanas saquei as violas dos sacos e o resultado foi este. Ainda por cima, é a minha primeira música descaradamente ateísta. Espero que gostem.
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Have you talked
To your imaginary friend today?
Like before,
Have you asked him to show you the way?
Why don’t you trust in someone of flesh and blood instead?
Losing time, listening to voices in your head
67 dias
Este é o número de dias sem fumar. 67…
Sinceramente, parece-me que apenas se acontecesse algo de muito extraordinário na minha vida é que voltaria a fumar. Não significa isto que já não tenho vontade… Não, significa apenas que a vontade de não voltar a fumar é já muito superior à vontade de o fazer.
A isto é que se deveria chamar “matar o vício”!
Quarentas
Os “quarentas” são uma idade complicada: ainda não se é demasiado velho para “deixar estar”, mas já não se é suficientemente novo para tudo recomeçar. Ou é?


