Ao que tudo indica, o YouTube, empresa controlada pela Google, tal como a Gmail e o Blogger (pensavam que era só a Microsoft a tentar monopolizar isto tudo?), começou a enveredar por um caminho algo estranho de censura.
Nick Gisburne é um ateu que tem utilizado frequentemente o YouTube para divulgação dos seus vídeos em que promove o ateísmo e critica o fenómeno religioso em geral. Nick produziu um vídeo com passagens do Corão que compilou a partir deste site. As passagens em causa expunham a violência explícita do Corão.
Nick viu o vídeo em causa ser banido e, por último, após várias tentativas de novo “upload†do vídeo, acabou por ser ele próprio suspenso do YouTube. Curiosamente, durante o processo, Nick criou um vídeo semelhante mas com passagens violentas da Bíblia que foi, também ele, apagado.
Será este mais um exemplo de como na sociedade norte-americana o ateísmo se encontra na base da cadeia alimentar? Ou estará o YouTube, agora que é controlado pela Google, a ter que se preocupar com a pressão de grupos económicos influentes?
O que é lamentável é o branqueamento que, ao abrigo da defesa de algumas sensibilidades, se tenta fazer aos aspectos mais obscuros das religiões. Será que para a YouTube é assim tão politicamente incorrecto ser-se ateu?
É imprescindível estar atento a este tipo de fenómenos pois, se a moda pega, a liberdade de expressão será posta em causa não apenas nas caricaturas mas no humor em geral.
Está a ser criada uma campanha de solidariedade em todos estes sites de forma a levar este assunto à primeira página do motor de busca da Google. Mais ou menos como guerrilhar nas trincheiras do inimigo! O Nick explica tudo aqui.
(Diário Ateísta/Penso, logo, Sou Ateu)
Os editores do semanário satírico 

Existe um canal na 


Em finais dos anos 60 e princípios da década de 70, John Lennon, já a residir nos Estados Unidos, foi perseguido pelo
…está, claro, a Turquia e a interminável angústia europeia sobre a sua adesão à União.
Sou, por princípio, contra a pena de morte. Acho que a questão da pena de morte tem que ser sempre avaliada no abstracto, sem envolvimento emocional por quaisquer casos particulares.
Há trinta e poucos anos, quando eu andava na primária, não se falava em Halloween e ninguém ia mascarado de bruxinha para a rua. Nem, em Lisboa, se viam crianças de porta em porta a pedir doces aos vizinhos, embora nalgumas regiões do país já houvessem variantes desse abuso de pedinchice.