A Marta continua na Nuno Gonçalves

Hoje foram anun­ci­a­dos os alu­nos que, tran­si­tando para o 7º ano de esco­la­ri­dade, fica­ram selec­ci­o­na­dos para con­ti­nuar a fre­quen­tar a Nuno Gon­çal­ves, em Lis­boa. A Marta, con­forme pre­visto, faz parte dessa lista, o que dei­xou os papás todos baba­dos, uma vez que o mérito é uma das prin­ci­pais razões a influ­en­ciar essa selecção.

Ultra­pas­sa­das as dúvi­das pré-adolescentes de pre­fe­rir ficar com uns cole­gas na mesma escola ou acom­pa­nhar alguns dos res­tan­tes para outra, lá se ani­mou e ini­ciou os pro­jec­tos para o pró­ximo ano lec­tivo. Boa sorte, Martinha!

A Long, Long Way

No pas­sado mês de Março escrevi este tema que é dedi­cado à minha mulher e a mim. Enfim, dedi­cado a nós!

Por­que mere­ce­mos e por­que nos mere­ce­mos. Espero que gostem.

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Blog versus Facebook e Twitter

Por diver­sas razões, este ano tem sido mar­cado pelo meu afas­ta­mento tanto deste blo­gue como do Por­tal Ateu. Razões de índole pes­soal e pro­fis­si­o­nal esti­ve­ram na ori­gem desse pro­cesso mas, tal­vez como alter­na­ti­vas para pre­en­cher esse impulso de escre­ver incons­ci­en­te­mente cri­a­das, os sites soci­ais — pri­meiro o Twit­ter e depois o Face­book — ocu­pa­ram a maior parte do meu tempo online. Lamen­ta­vel­mente, diga-se…

Ao longo dos últi­mos anos tenho escrito sobre diver­sas maté­rias, com diver­sos graus de seri­e­dade e inte­resse, quer neste blo­gue, quer no Por­tal Ateu. Qual­quer des­ses tex­tos estará sem­pre dis­po­ní­vel ao alcance de uma pes­quisa ou de uma con­sulta aos arqui­vos, desde que as bases de dados se man­te­nham online.

Com os sites soci­ais não é assim. Embora as entra­das pos­sam lá estar (con­fesso des­co­nhe­cer durante quanto tempo são guar­da­das as infor­ma­ções nos sites soci­ais), a ques­tão é que o tipo de par­ti­ci­pa­ção que se tem nos sites soci­ais rara­mente mere­cerá uma pes­quisa à pos­te­ri­ori, pois tratam-se, nor­mal­mente, de par­ti­ci­pa­ções pouco pro­fun­das, indig­nas de grande aten­ção para além do imediato.

Não quero com isto dizer que os sites soci­ais sejam inú­teis ou desin­te­res­san­tes; o que quero dizer é que não devem subs­ti­tuir os blo­gues. Seria como ten­tar subs­ti­tuir uma tese de Física por uma fór­mula gra­fi­tada numa parede de subúr­bio! Ou como ten­tar resu­mir “Os Maias” a um SMS de 3 linhas em “por­tu­kês”. Não se pode dizer que sejam exac­ta­mente a mesma coisa…

Basi­ca­mente, pode-se colo­car a situ­a­ção desta forma: o Face­book é para os ami­gos, o blo­gue é para as ideias. É que, ao con­trá­rio do que acon­te­ce­ria num mundo ideal, eles nem sem­pre se cruzam!

Jantar de ex-alunos da Luisa de Gusmão

Regu­lar­mente, lá nos vamos encon­trando. Come­çá­mos em 1997 quando eu e o Rui Ave­lar tive­mos a tra­ba­lheira de reu­nir uma turma (quase) inteira de ex-colegas que não se viam, na sua mai­o­ria, há quase 20 anos. A coisa evo­luiu e rapi­da­mente se trans­for­mou em algo muito mais vasto do que encon­tros de ex-colegas de turma. Agora, é mais um encon­tro geracional.

Ficam as fotos para a pos­te­ri­o­ri­dade e… venha o próximo!

Trevo do Bairro

Foi ontem inau­gu­rado o “Trevo do Bairro”. Ao fim de algu­mas sema­nas de intensa labuta, foi com muito pra­zer que abri­mos as por­tas desta espé­cie de micro-bar. Ele pode até ser pequeno no espaço, mas o ambi­ente que se con­se­guiu ontem na noite da inau­gu­ra­ção pro­mete que será grande no ambi­ente e na atmos­fera que se obterá gra­ças à pos­tura, sim­pa­tia e cor­di­a­li­dade daque­les que, espero, serão os seus visi­tan­tes habituais.

Mais do que um espaço de venda de bebi­das, pre­ten­de­mos que o “Trevo do Bairro” se trans­forme num ponto de encon­tro de ami­gos para con­fra­ter­ni­za­rem em ale­gre cava­queira. Eu, a Isa­bel e a Lara tudo fare­mos para que se trans­forme no espaço pre­fe­rido para um noite des­con­traída, ao ritmo de uma bebida, ao sabor de um jazz dis­creto. Estão con­vi­da­dos a apa­re­cer na Tra­vessa Fiéis de Deus, 72, no Bairro Alto em Lisboa.

Deixo aqui dois vídeos da noite da inau­gu­ra­ção. O pri­meiro é a repor­ta­gem foto­grá­fica do evento e o segundo o registo dos momen­tos finais da pri­meira noite.