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Trevo do Bairro

Familia & Amigos, Pessoais 5 Comentários »

Foi ontem inaugurado o “Trevo do Bairro”. Ao fim de algumas semanas de intensa labuta, foi com muito prazer que abrimos as portas desta espécie de micro-bar. Ele pode até ser pequeno no espaço, mas o ambiente que se conseguiu ontem na noite da inauguração promete que será grande no ambiente e na atmosfera que se obterá graças à postura, simpatia e cordialidade daqueles que, espero, serão os seus visitantes habituais.

Mais do que um espaço de venda de bebidas, pretendemos que o “Trevo do Bairro” se transforme num ponto de encontro de amigos para confraternizarem em alegre cavaqueira. Eu, a Isabel e a Lara tudo faremos para que se transforme no espaço preferido para um noite descontraída, ao ritmo de uma bebida, ao sabor de um jazz discreto. Estão convidados a aparecer na Travessa Fiéis de Deus, 72, no Bairro Alto em Lisboa.

Deixo aqui dois vídeos da noite da inauguração. O primeiro é a reportagem fotográfica do evento e o segundo o registo dos momentos finais da primeira noite.

Bye, bye… hi5

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Já não estou no hi5! Cansei-me de receber convites de amizade de gente que eu nunca vi mais gorda e com quem me evitaria cruzar na rua. Durante cerca de 2 anos, o hi5 não contribuiu em nada para melhorar a minha presença na net, nem contribuiu em nada para o meu enriquecimento pessoal. Assim, cancelei a minha conta.

Se calhar sou eu que não acho graça a esta onda de “social networks” generalistas. Tal como aconteceu a especialização dos blogs há uns anos atrás, penso que o caminho para as redes sociais é também o da especialização.

Queria acabar com um lacónico “foi giro enquanto durou”, mas não teve piada nenhuma.

Atheist Nexus

Ateísmo, Pessoais Sem Comentários »

Já está online a primeira rede social para ateus e eu já lá estou. Visitem a Atheist Nexus e aproveitem para se juntarem ao grupo do Portal Ateu.

De um anónimo cheio de bom senso

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A simple friend thinks the friendship is over when you have an argument.

A real friend knows that it’s not a friendship until after you’ve had a fight.

We band of brothers

Ateísmo, Pessoais Sem Comentários »

Gostei tanto deste texto do Ricardo Silvestre no Portal Ateu que passo a colocá-lo aqui na íntegra com a devida vénia:

From this day to the ending of the world,
But we in it shall be remembered-
We few, we happy few, we band of brothers;
For he to-day that sheds his blood with me
Shall be my brother; be he ne’er so vile,
(Shakespeare, Henry V)

Este fim-de-semana estiverem juntas 5 pessoas que acontece serem ateístas.

Se não fosse essa filosofia de vida, muito possivelmente nunca se teriam encontrado: teriam se calhar se cruzado nas ruas de Coimbra, ou do Porto, ou de Lisboa, mas a probabilidade de não identificarem naquela pessoa a condição que agora as aproxima é muito elevada.

Mas assim não foi neste caso.

E assim se encontraram, assim se conheceram pessoalmente, assim cruzaram ideias e convicções, assim passaram momentos de distracção, assim passaram momentos de fraternidade.

Jantaram juntos à mesma mesa, sentaram-se no mesmo espaço do Bairro Alto, encontraram-se num largo com uma igreja como cenário, se sentaram em ciclo de amizade e partilha à frente de uma mesa bem posta, bem guarnecida, bem oferecida: com dedicação e num primor de bem receber.

E estes ateístas se conheceram melhor: com mais ou menos cabelo, com roupas mais ou menos coloridas, com mais ou menos perímetro da cintura, com linguagens mais ou menos complicadas, com frases mais ou menos estapafúrdias.

Foram trocados argumentos sérios, foram contadas histórias inacreditáveis, foram ditas banalidades, foram partilhadas crenças e filosofias de vida.

Falou-se em música, em geologia, em cinema, em arte, em ciência. Falou-se de sociedade, em gastronomia, em cevada, e pasme-se (o horror, o horror!!) em karaoke.

E assim se despediram. Mais convictos que não estão sós. Convencidos que o ateísmo pode ser uma fonte de inspiração, de encanto, de propósito. Contentes por participarem num objectivo comum, e de poderem ter tido a oportunidade de passar para além de um écran ou de uma voz num telefone.

Carpe diem, “band of brothers”.

* por Ricardo Silvestre no Portal Ateu

Carpe diem, Ricardo! Obrigado.

Linha Filosófica

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What philosophy do you follow? (v1.03)
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You scored as Existentialism

Your life is guided by the concept of Existentialism: You choose the meaning and purpose of your life.

“Man is condemned to be free; because once thrown into the world, he is responsible for everything he does.”

“It is up to you to give [life] a meaning.”

–Jean-Paul Sartre

“It is man’s natural sickness to believe that he possesses the Truth.”

–Blaise Pascal

More info at Arocoun’s Wikipedia User Page…

Existentialism

95%

Hedonism

90%

Kantianism

75%

Strong Egoism

65%

Utilitarianism

55%

Nihilism

35%

Justice (Fairness)

35%

Apathy

0%

Divine Command

0%

Feira do Livro, 2008

Arte & Cultura, Pessoais Sem Comentários »

Como é habitual, lá fui à Feira do Livro de Lisboa, versão 2008. Este ano a lista de interesses não era muito grande mas, face à oferta e a um súbito impulso consumista facilitado pela tecnologia do Multibanco, lá “entreguei” aos seguintes títulos:

- Ética Prática, de Peter Singer, Gradiva

- O Significado das Coisas, A. C. Grayling, Gradiva

- As Variantes da Experiência Científica - Uma visão pessoal da procura de deus, Carl Sagan, Gradiva

- Em Nome de Deus - A religião na sociedade contemporânea, Donizete Rodrigues, Edições Afrontamento

- Ludwig Wittgenstein, Immanuel Kant e David Hume (todos da colecção “Filósofos em 90 Minutos), Paul Strathern, Editorial Inqérito

Carta aberta aos crentes

Ateísmo, Pessoais 13 Comentários »

Eu não escolhi ser ateu. Apenas acontece que não creio em nada dessas coisas que, segundo vocês próprios, vos trazem tanta Paz e Alegria. Nem consigo - sequer - conceber que para se ser feliz e viver em paz se tenha que acreditar nessas coisas que vocês acreditam.

Sou, acreditem, um homem bastante feliz. Tenho momentos em que só de pensar que alguém possa ser mais feliz do que eu me parece impossível! Não me passa pela cabeça que alguém possa ser mais feliz apenas por ser bafejado por essa abstracção a que dão o nome de Fé. Fé em quê? No desconhecido? No incógnito? No misterioso? Não entendo…

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