Quem é que se atreve a charme-lhe “parva”? Quem?
Arquivo da Categoria 'Mundo'
Existem 10 tipos de pessoas no mundo: as que entendem binário e as que não entendem.
Com o afastamento de Hillary Clinton da corrida às presidenciais norte-americanas, restam dois candidatos altamente conotados com o conservadorismo cristão das terras do tio Sam. Adivinham-se mais uns anitos do mesmo… infelizmente.
Há quase 50 anos, era assim que se entendia a separação entre Estado e Igreja nas terras do Tio Sam. O que terá corrido mal, entretanto, para que agora seja tão diferente?
De acordo com a CNN, a Alemanha considera banir a Igreja de Cientologia do seu território. As autoridades alemãs alegam que aquela religião não respeita a constituição do país, sendo alvo de observação pelas autoridades há já uma década.
Sem dúvida que será um assunto a seguir, até porque a Igreja da Cientologia parece estar na moda entre algumas elites.
Esta é uma possível lista das maiores blasfémias de todos os tempos. Trata-se de uma lista organizada segundo o impacto causado em cinco pontos diferentes, nomeadamente: vulgaridade, criminalidade, impacto religioso, impacto político e número de mortes directamente relacionadas.
De notar que todas as blasfémias onde existem registo de mortes estão relacionadas com o islamismo.
A edição de 3 de Novembro da revista “The Economist” incluía um caderno de 18 páginas com o título “The new wars of religion”. Os artigos inclusos já estão disponíveis online (ver artigos com data de 1 de Novembro). Trata-se de um excelente trabalho jornalístico para nos ajudar a entender o papel da religião no mundo moderno.
A capa reflectia a qualidade do artigo, pelo que se reproduz aqui o essencial da mesma.
Uns dias em Barcelona souberam a pouco. Para resumir, digamos que se tivesse menos 20 anos teria ficado por lá. Ao contrário de Madrid, por exemplo, dá um enorme prazer caminhar pelas ruas de Barcelona, sem destino, apenas pelo passeio. Esta comparação com Madrid nem faz muito sentido porque, praticamente, nunca senti que estivesse em Espanha! Não sei se a sensação seria extensível ao resto da Catalunha, mas em Barcelona, seguramente, não se respira uma atmosfera espanhola.


