DsA 1 — A Religião como produto da Evolução

Fica lan­çado o pri­meiro tema para os Deba­tes sobre Ateísmo (DsA): “A Reli­gião como pro­duto da Evolução”.

Até que ponto os sis­te­mas de cren­ças mais ou menos orga­ni­za­das trou­xe­ram van­ta­gens evo­lu­ti­vas aos indi­ví­duos e ao colec­tivo das soci­e­da­des que os adop­ta­ram? Estará esse pro­cesso esgo­tado? Ou tere­mos um “gene da reli­gião” que con­di­ci­ona as nos­sas opções? Onde ter­mina a pre­dis­po­si­ção gené­tica — se a hou­ver — e come­çam os pro­ces­sos de endo­cul­tu­ra­ção, no que diz res­peito às opções reli­gi­o­sas de cada um? Que van­ta­gens sócio-culturais são ainda pos­sí­veis de encon­trar nas soci­e­da­des devido às religiões?

Boa par­ti­ci­pa­ção e bom debate!

Debates sobre ateísmo

Em mea­dos de 2007 tive opor­tu­ni­dade de pro­mo­ver alguns deba­tes online sobre alguns aspe­tos do ateísmo. Na altura, a par­ti­ci­pa­ção era esti­mu­lada essen­ci­al­mente por alguns blogs que se dedi­ca­vam ao tema e cujos auto­res comen­ta­vam entre si nas res­pe­ti­vas cai­xas de comen­tá­rios. Mesmo assim, acon­te­ce­ram deba­tes muito inte­res­san­tes e, curi­o­sa­mente, um dos deba­tes con­tri­buiu de alguma forma para um aban­dono do cris­ti­a­nismo em rela­ção ao ateísmo. Registo esse facto ape­nas como mera curiosidade.

Ulti­ma­mente, com o domí­nio avas­sa­la­dor das redes soci­ais, muita da ação está a pas­sar para aque­les meios. Con­tudo, os con­teú­dos ganham uma ten­dên­cia para a super­fi­ci­a­li­dade, tal­vez adqui­rindo ener­gia nos aspe­tos mais fúteis das redes soci­ais. Não tem que ser assim!

A ideia base por detrás des­tes deba­tes sobre ateísmo é con­se­guir criar uma rede de pes­soas que, quer atra­vés do Face­book, quer atra­vés dos seus blogs pes­so­ais, deba­tam temas que são lan­ça­dos para a dis­cus­são regu­lar­mente. As par­ti­ci­pa­ções pode­rão depois ser debatidas/comentadas por todos os uti­li­za­do­res da página no Face­book ou pelos visi­tan­tes de cada um dos res­pe­ti­vos blogs.

Fica lan­çado o isco… O grupo onde tudo irá estar cen­tra­li­zado denomina-se “Deba­tes sobre Ateísmo” e é um grupo aberto, o que sig­ni­fica que qual­quer pes­soa pode aderir.

Jim Morrison, 40 anos depois

Lembrou-me a minha irmã atra­vés do Face­book que hoje se cele­bram 40 anos sobre a morte de Jim Mor­ri­son. Embora nunca tenha sido um dos meus ídolos de juven­tude, Mor­ri­son foi a con­ti­nui­dade do pro­cesso ini­ci­ado ante­ri­or­mente com Bob Dylan mas, desta vez, envolto em rock, um rock des­ca­rado, pro­vo­ca­dor, per­verso e de con­fronto que não se fechava na beleza da poe­sia. Suportava-se na sua amar­gura e revolta e gri­tava com força e com can­dura as dúvi­das, as obje­ções, as ansi­e­da­des de uma geração.

Pou­cos com tais atri­bu­tos terão vivido numa época tão pro­pí­cia ao desa­fio e à bata­lha que a arte per­mite. Pou­cos, em qual­quer época, terão tido a arte de se ati­ra­rem para a frente em busca das res­posta que uma gera­ção pro­cu­rava. Jim Mor­ri­son foi um deles. Músico, can­tor, poeta… Nunca foi um ídolo, mas era um dos ver­da­dei­ros, daque­les que se cons­truiu a si pró­prio sem espe­rar que outros o construíssem.

Integração do blog com Facebook e Twitter

Nota: Após tes­tar as fun­ci­o­na­li­da­des apre­sen­ta­das neste artigo, tive que che­gar à con­clu­são que a inte­gra­ção de comen­tá­rios ainda cau­sava mais pro­ble­mas do que resol­via. Assim, lamento infor­mar que optei por abdi­car da inte­gra­ção dos comentários.

Até ontem, a inte­gra­ção auto­má­tica deste blog com as apli­ca­ções soci­ais Face­book e Twit­ter era asse­gu­rada pelo registo do blog nos Networ­ked Blogs que, pos­te­ri­or­mente, fazia a dis­tri­bui­ção dos con­teú­dos para ambos os ambi­en­tes sociais.

Em rela­ção ao Twit­ter, esta solu­ção era sufi­ci­ente. Pouco depois de um artigo ser publi­cado aqui no blog apa­re­cia o seu título e o res­pe­tivo link no meu mural do Twit­ter e todos (os pou­cos) que me seguem por lá podiam ver essa noti­fi­ca­ção. Nada de muito com­pli­cado e, se excluir­mos o pequeno pro­blema de não ser uma ação ime­di­ata, pode­mos afir­mar que a solu­ção era perfeita.

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Testamento Vital

A pro­pó­sito desta afir­ma­ção do Rui Rodri­gues (Esta dis­cus­são [tes­ta­mento vital] só não se faz, por­que a Igreja Cató­lica não quer) no seu mural do Face­book, recordei-me de algo que eu disse uma vez acerca dos cren­tes, das cren­ças e das reli­giões. Já não me recordo exa­ta­mente do con­texto, mas a afir­ma­ção era mais ou menos a seguinte:

Há duas coi­sas que não se podem dar às reli­giões: nem dema­si­ada impor­tân­cia, nem dema­si­ada con­fi­ança! Se con­se­guir­mos um equi­lí­brio entre estas pre­mis­sas, sere­mos capa­zes de ter uma soci­e­dade ver­da­dei­ra­mente laica e secu­lar sem ser­mos per­se­cu­tó­rios em rela­ção às liber­da­des reli­gi­o­sas de todos os cidadãos.

Isto, claro, abor­dado no con­texto naci­o­nal, ou até mesmo ao nível da Europa oci­den­tal, grosso modo.

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Acordo Ortográfico — sigamos em frente

Embora não esteja de acordo, vou assu­mir a par­tir de hoje o novo Acordo Orto­grá­fico. Não vale a pena o esforço de bata­lhar por uma causa per­dida. A causa ficou per­dida a par­tir do momento em que os cor­re­to­res orto­grá­fi­cos para as prin­ci­pais apli­ca­ções pas­sa­ram a pre­ver a orto­gra­fia de acordo com as novas normas!

Por­tanto: um, dois, três… Ação!

Ateocentrismo ou os dogmas (de alguns) ateus

Tenho visto, ao longo de todos estes anos em que me tenho debru­çado sobre as ques­tões do ateísmo, muita gente a mis­tu­rar con­cei­tos e a uti­li­zar argu­men­tos de uma forma pro­mís­cua quando se assu­mem como ateus, livre-pensadores, céti­cos, huma­nis­tas, etc.

Alguns ateus que­rem fazer crer outros ateus que o seu ateísmo impõe, obriga, con­di­ci­ona ou implica uma série de deci­sões que estão “rela­ci­o­na­das”, como se esti­ves­sem a jusante do ateísmo e dele deri­vas­sem numa lógica cós­mica. Para esses ateus, está com­ple­ta­mente fora de ques­tão que outros ateus pos­sam ser con­tra a libe­ra­li­za­ção da IVG, con­tra o casa­mento entre pes­soas do mesmo sexo, con­tra as polí­ti­cas de esquerda ou pura e sim­ples­mente que não sejam anti-religião, por exem­plo, ape­nas para citar alguns casos. Ler mais…

Top 25 Female Songs — II

Depois da lista de ante­on­tem fiquei com a sen­sa­ção que estava muita coisa em falta. Devo dizer que depois de fazer uma nova lista com outros 25 temas con­ti­nuo ainda a achar que fal­tam alguns temas. Por exem­plo, “Bette Davis Eyes”, de Kim Car­nes, ou a ico­no­grá­fica “Kids in Ame­rica”, de Kim Wilde, entre mui­tas outras! Pro­va­vel­mente, terei que ir à ter­ceira lista…