A morte de Jon Lord e um “a propósito” para os ateus

Fale­ceu hoje, em Lon­dres, Jon Lord, fun­da­dor e teclista dos Deep Pur­ple, res­pon­sá­vel pela co-autoria de mui­tos dos hits da banda, nome­a­da­mente “Smoke on the Water”.

Estava eu a ler uma das notí­cias sobre a sua morte num site inglês quando me cru­zei com a pre­vi­sí­vel expres­são R.I.P. (Rest in Peace) e me inter­ro­guei sobre a mais que pro­vá­vel ori­gem da expres­são. Numa pes­quisa rápida, eis a res­posta na Wikipedia:

The phrase or ini­ti­a­lism is com­monly found on the grave of Catholics,[1] as it is deri­ved from the burial ser­vice of the Catho­lic Church, in which the fol­lowing prayer is said at its com­men­ce­ment and conclusion:

Anima eius et animæ omnium fide­lium defunc­to­rum per Dei mise­ri­cor­diam requi­es­cant in pace. ”

In English:[3]

May his soul and the souls of all the depar­ted faith­ful by God’s mercy rest in peace. ”

Assim sendo, evi­tem lá de colo­car o tão cató­lico RIP quando pre­ten­dem home­na­gear dis­tin­tos ateus. É deve­ras despropositado.

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