Uma das grandes vantagens das novas tecnologias é que não permitem que alguns monopólios se eternizem. Ao disponibilizarem novas ferramentas, provocam dinamismos no mercado anteriormente inexistentes. A internet, as redes peer-to-peer e o mp3 por um lado e as ferramentas digitais para criação e produção de música por outro, revolucionaram completamente o processo criativo e de distribuição do produto final musical.
Mais do que isso, alteraram o conceito de produto final. Só que algumas pessoas ainda não repararam ou simplesmente estão demasiado assustadas para o admitir. Até há algum tempo atrás, o produto final da música era a cópia do registo fonográfico da obra, vulgo disco, cassete, etc. Hoje em dia, já não é assim. A livre distribuição de música pela net, embora ilegal segundo os parametros “medievais” de alguns, provocou uma alteração relevante no conceito de produto final; já não é o disco que se pretende vender, mas sim o espectáculo ao vivo e, em alguns casos, apenas a publicidade no website de promoção musical.
Por outro lado, existe uma nova oportunidade para à “carolice” ser dado o estatuto artístico. Fazer música por prazer, mesmo que essa não seja a principal fonte de rendimento, e ver o trabalho reconhecido, não pelo número de compradores de um disco ou CD, mas pelo número de visitas a um website ou pelo número de downloads de um mp3. Afinal, sempre foi essa a principal motivação de qualquer artista que se preze.
Isto e muito mais pode ser facilmente constatado no Jamendo. Variedade, quantidade e qualidade, tudo de borla. Vale bem a pena uma visita.
Algumas recomendações de estilos diversificados:
- Kolokón — Rock’n’Roll Patxuko
- Ruth Theodore — Worm Food
- Hype — Lies and Speeches
- Killing Jazz — Killing Jazz
- Slim — Interstate Medicine
Outros artigos idênticos:


Qual jumento, qual carapuça… Boa música e à borla só aqui…
Isso é pirataria, meu caro. Grande tretas…
Pois ai é que tu te enganas… Se utilizasses um browser a sério irias verificar in loco que podes ouvir, mas não podes fazer o download. Assim tipo table dance, podes ver, mas sem mexer… Era o que faltava, arriscar um processo em cima da minha Milu…
Presumo, portanto, que pagas licença para a difusão digital das obras em causa, certo? E depois, diz-me lá, qual é a gracinha do table dance? Ver sem mexer não tem muita graça, digo eu…
licença de difusão digital? o que é isso? Aqui em Cacau não há nada disso… deviam era de pagar a mim porque difundir música desta qualidade é serviço público. E o mon ami desconhece os prazeres do voyeurism? Tens que me fazer uma visita para eu te levar a uns sitios…
É melhor não… Posso gostar, depois já não volto e tenho muito que fazer por estes lados!