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	<title>Comentários em: Reflectir o meu ateísmo &#8211; Parte 2</title>
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	<description>Penso, logo, sou ateu</description>
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		<title>Por: Ricardo</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-18327</link>
		<dc:creator>Ricardo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jan 2009 23:05:15 +0000</pubDate>
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		<description>Surfando topei com seu texto hoje (este e o anterior) -- excelente! Muito bem posto. Concordo contigo -- e para mim o agnosticismo é, em muitos casos, um eufemismo de ateus querendo ser brandos no tato com os religiosos (ou seja, uma leve hipocrisia) ou, em tantos outros casos, um estágio sincero, uma etapa, para quem caminha na direção do humanismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Surfando topei com seu texto hoje (este e o anterior) &#8212; excelente! Muito bem posto. Concordo contigo &#8212; e para mim o agnosticismo é, em muitos casos, um eufemismo de ateus querendo ser brandos no tato com os religiosos (ou seja, uma leve hipocrisia) ou, em tantos outros casos, um estágio sincero, uma etapa, para quem caminha na direção do humanismo.</p>
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		<title>Por: Reflctir o meu ateísmo - Parte 2: As insuficiências do agnosticismo &#187; Portal Ateu</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-17662</link>
		<dc:creator>Reflctir o meu ateísmo - Parte 2: As insuficiências do agnosticismo &#187; Portal Ateu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 08:54:41 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Publicado originalmente a 6 de Novembro de 2007Â  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Publicado originalmente a 6 de Novembro de 2007Â  [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Davi</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-13523</link>
		<dc:creator>Davi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 02:05:59 +0000</pubDate>
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		<description>Não consigo ver a vida como simples acidente natural.
Não haveria formas tão perfeitas nem o amor... Haveria apenas algo caótico, sem padrões, sem o bem e o mal...
Pense nisso quando diz que não há evidências...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não consigo ver a vida como simples acidente natural.<br />
Não haveria formas tão perfeitas nem o amor&#8230; Haveria apenas algo caótico, sem padrões, sem o bem e o mal&#8230;<br />
Pense nisso quando diz que não há evidências&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: artur santos</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-12072</link>
		<dc:creator>artur santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 15:39:35 +0000</pubDate>
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		<description>Caros filósofos.

Não me considero agnóstico - direi antes, que sou céptico - em relação ao significado absoluto de certas palavras: tais como &quot;deus, ateísmo e religião&quot;. 

&quot;Existe, depois, uma armadilha perigosa que é procurar responder à questão de deus quando esta engloba em si própria uma variedade de personalidades e representações quase infinitas. Deus não terá sido o primeiro a sofrer de personalidade múltipla, mas é seguramente o paciente desse distúrbio mais famoso da história. Tentar argumentar racionalmente contra essa multiplicidade é, uma vez mais, infrutífero e inconsequente. A própria multiplicidade de representações encerra em si todos os argumentos de contradição, se não mesmo, de absurdo.&quot;

Eu creio que é aqui justamente, que reside o cerne da questão.

Ou &quot;deus&quot; é o Universo e portanto existe como Humanidade, ou o Homem é naturalmente &quot;divino&quot; e portanto por esse motivo, também existe como &quot;deus&quot;, que a si próprio se gerou.

Dentro dos mitos, que a multiplicidade de personalidades atribuídas a &quot;deus&quot; comportam - existe um animal - que as cria e questiona e sem o qual é &quot;impossível&quot; haver conceitos e significados.

A linguagem parece-me ser uma legítima criação humana. Graças a ela, a nossa espécie aperfeiçoa a consciência e desenvolve as suas ideias sobre o mundo em que vive. Por essa razão as palavras são &quot;absurdamente&quot; multi-significativas.

Para o meu entender, &quot;deus&quot; - mais exactamente - significa Natureza; a qual, realmente é a nossa essência. 

De facto, considero muitíssimo razoável, que os primeiros enunciados, - sobre â€œdeusâ€ â€“ tenham sido justamente espelhados sobre os tremendos fenómenos naturais; dos quais, nós somos um exemplo fantástico.

Estarei a exagerar, se disser que o Universo é omnipotente, omnipresente e auto-existenteâ€¦ E que a Humanidade possui talvez, propriedades psicossomáticas para além do â€œgénioâ€?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros filósofos.</p>
<p>Não me considero agnóstico &#8211; direi antes, que sou céptico &#8211; em relação ao significado absoluto de certas palavras: tais como &#8220;deus, ateísmo e religião&#8221;. </p>
<p>&#8220;Existe, depois, uma armadilha perigosa que é procurar responder à questão de deus quando esta engloba em si própria uma variedade de personalidades e representações quase infinitas. Deus não terá sido o primeiro a sofrer de personalidade múltipla, mas é seguramente o paciente desse distúrbio mais famoso da história. Tentar argumentar racionalmente contra essa multiplicidade é, uma vez mais, infrutífero e inconsequente. A própria multiplicidade de representações encerra em si todos os argumentos de contradição, se não mesmo, de absurdo.&#8221;</p>
<p>Eu creio que é aqui justamente, que reside o cerne da questão.</p>
<p>Ou &#8220;deus&#8221; é o Universo e portanto existe como Humanidade, ou o Homem é naturalmente &#8220;divino&#8221; e portanto por esse motivo, também existe como &#8220;deus&#8221;, que a si próprio se gerou.</p>
<p>Dentro dos mitos, que a multiplicidade de personalidades atribuídas a &#8220;deus&#8221; comportam &#8211; existe um animal &#8211; que as cria e questiona e sem o qual é &#8220;impossível&#8221; haver conceitos e significados.</p>
<p>A linguagem parece-me ser uma legítima criação humana. Graças a ela, a nossa espécie aperfeiçoa a consciência e desenvolve as suas ideias sobre o mundo em que vive. Por essa razão as palavras são &#8220;absurdamente&#8221; multi-significativas.</p>
<p>Para o meu entender, &#8220;deus&#8221; &#8211; mais exactamente &#8211; significa Natureza; a qual, realmente é a nossa essência. </p>
<p>De facto, considero muitíssimo razoável, que os primeiros enunciados, &#8211; sobre â€œdeusâ€ â€“ tenham sido justamente espelhados sobre os tremendos fenómenos naturais; dos quais, nós somos um exemplo fantástico.</p>
<p>Estarei a exagerar, se disser que o Universo é omnipotente, omnipresente e auto-existenteâ€¦ E que a Humanidade possui talvez, propriedades psicossomáticas para além do â€œgénioâ€?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Amaral Couto</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-11861</link>
		<dc:creator>Pedro Amaral Couto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 13:56:06 +0000</pubDate>
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		<description>Finalmente vi que dava para inscrever-me por email, e agora posso receber notificações de novidades LOL

Considero-me ateu e agnóstico.
Digo que sou agnóstico (tecnicamente), porque acho que não se pode provar que não exista qualquer tipo de deus - até por causa dos justificacionismos. 
( Aliás, sou céptico e com uma postura aberta tenho a oportunidade de coleccionar baboseiras. LOL )

Mas pode-se provar que certos deuses não existem: basta encontrar contradições. E é essa a fraqueza dos livros sagrados.

Mas acredito tanto na existência de deuses como acredito no Pai Natal, nas fadas, no papão, em unicórnios, etc. Acho que o razoável é assumir que não existe qualquer deus, até que se prove existir algum. Ou seja: sou ateu!

Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente vi que dava para inscrever-me por email, e agora posso receber notificações de novidades LOL</p>
<p>Considero-me ateu e agnóstico.<br />
Digo que sou agnóstico (tecnicamente), porque acho que não se pode provar que não exista qualquer tipo de deus &#8211; até por causa dos justificacionismos.<br />
( Aliás, sou céptico e com uma postura aberta tenho a oportunidade de coleccionar baboseiras. LOL )</p>
<p>Mas pode-se provar que certos deuses não existem: basta encontrar contradições. E é essa a fraqueza dos livros sagrados.</p>
<p>Mas acredito tanto na existência de deuses como acredito no Pai Natal, nas fadas, no papão, em unicórnios, etc. Acho que o razoável é assumir que não existe qualquer deus, até que se prove existir algum. Ou seja: sou ateu!</p>
<p>Abraços</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Helder Sanches</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-11851</link>
		<dc:creator>Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 04:48:05 +0000</pubDate>
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		<description>Não tenho dúvida.  ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não tenho dúvida.  <img src='http://www.heldersanches.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Manel</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-11842</link>
		<dc:creator>Manel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 22:47:28 +0000</pubDate>
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		<description>Se eu acreditasse na existência de qualquer uma divindade sobrenatural, certamente que iria simpatizar com o Baco....:D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se eu acreditasse na existência de qualquer uma divindade sobrenatural, certamente que iria simpatizar com o Baco&#8230;.:D</p>
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	<item>
		<title>Por: Catellius</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-11836</link>
		<dc:creator>Catellius</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 19:55:53 +0000</pubDate>
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		<description>Grande Helder!

O meu blog, o &lt;a href=&quot;http://pugnacitas.blogspot.com&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Pugnacitas&lt;/a&gt;, completa hoje seu primeiro ano.
&lt;a href=&quot;http://pugnacitas.blogspot.com/2007/11/1-aniversrio-do-pugnacitas.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para ler o Post onde faço uma pequena avaliação do período.

E visite nosso fórum de novembro: &lt;a href=&quot;http://forumpugnacitas.blogspot.com/2007/11/jesus-tambm-salvou-neandertais.html&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Jesus também salvou os neandertais?&lt;/a&gt;

Um grande abraço!
Catellius</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande Helder!</p>
<p>O meu blog, o <a href="http://pugnacitas.blogspot.com" rel="nofollow">Pugnacitas</a>, completa hoje seu primeiro ano.<br />
<a href="http://pugnacitas.blogspot.com/2007/11/1-aniversrio-do-pugnacitas.html" rel="nofollow">Clique aqui</a> para ler o Post onde faço uma pequena avaliação do período.</p>
<p>E visite nosso fórum de novembro: <a href="http://forumpugnacitas.blogspot.com/2007/11/jesus-tambm-salvou-neandertais.html" rel="nofollow">Jesus também salvou os neandertais?</a></p>
<p>Um grande abraço!<br />
Catellius</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Reflectir o meu ateísmo - Parte 1 : Helder Sanches</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/06/reflectir-o-meu-ateismo-parte-2/comment-page-1/#comment-11822</link>
		<dc:creator>Reflectir o meu ateísmo - Parte 1 : Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 09:49:56 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Parte 2 - As insuficiências do agnosticismo [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Parte 2 &#8211; As insuficiências do agnosticismo [...]</p>
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