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	<title>Comentários em: Reflectir o meu ateísmo &#8211; Parte 1</title>
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	<description>Penso, logo, sou ateu</description>
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		<item>
		<title>Por: Sotnas</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-18621</link>
		<dc:creator>Sotnas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 17:00:39 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Hélder,
Sou, desde os meus 14 anos, aquilo que se pode designar como DEÍSTA.
Apesar disso, sinto-me muito mais perto dos ateus que dos teístas, em todos os aspectos.
Um dia, quando quiser, puder e tiver paciência gostaria de ouvir a sua opinião, como ateu, sobre o deísmo.
Até lá, cumprimentos e Felizes Festas (não esquecer que Natal é sinónimo de festas do solstício de Inverno e também ,se assim o entendermos, sinónimo de solidariedade humana.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Hélder,<br />
Sou, desde os meus 14 anos, aquilo que se pode designar como DEÍSTA.<br />
Apesar disso, sinto-me muito mais perto dos ateus que dos teístas, em todos os aspectos.<br />
Um dia, quando quiser, puder e tiver paciência gostaria de ouvir a sua opinião, como ateu, sobre o deísmo.<br />
Até lá, cumprimentos e Felizes Festas (não esquecer que Natal é sinónimo de festas do solstício de Inverno e também ,se assim o entendermos, sinónimo de solidariedade humana.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Helder Sanches &#187; Reflectir o meu ateísmo - Parte 5</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-18073</link>
		<dc:creator>Helder Sanches &#187; Reflectir o meu ateísmo - Parte 5</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 11:36:25 +0000</pubDate>
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		<description>[...] 1 - O que o meu ateísmo não implica [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] 1 &#8211; O que o meu ateísmo não implica [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Reflectir o meu ateísmo - Parte 1: O que o meu ateísmo não significa &#187; Portal Ateu</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-17661</link>
		<dc:creator>Reflectir o meu ateísmo - Parte 1: O que o meu ateísmo não significa &#187; Portal Ateu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 08:52:19 +0000</pubDate>
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		<description>[...] (Publicado originalmente a 5 de Novembro de 2007) [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] (Publicado originalmente a 5 de Novembro de 2007) [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Davi</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-13522</link>
		<dc:creator>Davi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 02:01:02 +0000</pubDate>
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		<description>De onde vem o amor na sua opinião? Não digo apenas o amor humano, mas o amor verificado em outras espécies vivas. De onde vem o amor dos chimpanzés, por exemplo?
E finalmente, qual seria o sentido desse amor, se Deus não existisse?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De onde vem o amor na sua opinião? Não digo apenas o amor humano, mas o amor verificado em outras espécies vivas. De onde vem o amor dos chimpanzés, por exemplo?<br />
E finalmente, qual seria o sentido desse amor, se Deus não existisse?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: J. F. Ribeiro</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-12730</link>
		<dc:creator>J. F. Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 12:51:41 +0000</pubDate>
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		<description>viverão eternamente.
Bom, somos seres humanos muito frágeis e sempre com receio do que o futuro nos reserva. Quando esse futuro, que para alguns se chama além se aproxima, alguns ficam ainda mais fragilizados e vulneráveis, acabando por aderir a ideias que em situações normais rejeitariam.
Continuem a debater e a divulgar ideias que vão acabando com o obscurantismo, uma vez que acabar de vez é muito difícil ou mesmo impossível.
É um grande prazer vir a este site.
Cumprimentos
J.F.Ribeiro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>viverão eternamente.<br />
Bom, somos seres humanos muito frágeis e sempre com receio do que o futuro nos reserva. Quando esse futuro, que para alguns se chama além se aproxima, alguns ficam ainda mais fragilizados e vulneráveis, acabando por aderir a ideias que em situações normais rejeitariam.<br />
Continuem a debater e a divulgar ideias que vão acabando com o obscurantismo, uma vez que acabar de vez é muito difícil ou mesmo impossível.<br />
É um grande prazer vir a este site.<br />
Cumprimentos<br />
J.F.Ribeiro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: J. F. Ribeiro</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-12729</link>
		<dc:creator>J. F. Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2007 12:37:21 +0000</pubDate>
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		<description>Assino por baixo o seu artigo sr. Helder. É para mim um prazer e um grande privilégio partilhar ideias com pessoas que pensam como eu. Ser-se religioso ou duma qualquer religião, é uma atitude banal e fácil. É muito mais complexo e difícil ser-se ateu. Tudo por causa da morte. É extremamente difícil para o comum dos mortais aceitar a morte e que tudo acaba quando ela vem. É melhor pensar que um deus qualquer o salvará logo em seguida. É aí que funciona o filão das religiões. É que assim, mesmo morrendo, prolongam-se na vida eterna, num qualquer paraíso, oferecido por uma qualquer seita ou religião, a troco, claro de bom dinheiro. Por mais que tente explicar aos que me rodeiam que isso de facto é lindo, mas que é ficção, eles nem sequer se questionam e olham para mim como um ET. A mudança, em situações como esta é extremamente difícil. Daí que sejamos tão poucos os assumidamente ateus.
Claro que acredito em absoluto que não passamos dali. Mas as pessoas são crentes numa qualquer divindade, porque pensam que assim, não morrem, ou melhor,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Assino por baixo o seu artigo sr. Helder. É para mim um prazer e um grande privilégio partilhar ideias com pessoas que pensam como eu. Ser-se religioso ou duma qualquer religião, é uma atitude banal e fácil. É muito mais complexo e difícil ser-se ateu. Tudo por causa da morte. É extremamente difícil para o comum dos mortais aceitar a morte e que tudo acaba quando ela vem. É melhor pensar que um deus qualquer o salvará logo em seguida. É aí que funciona o filão das religiões. É que assim, mesmo morrendo, prolongam-se na vida eterna, num qualquer paraíso, oferecido por uma qualquer seita ou religião, a troco, claro de bom dinheiro. Por mais que tente explicar aos que me rodeiam que isso de facto é lindo, mas que é ficção, eles nem sequer se questionam e olham para mim como um ET. A mudança, em situações como esta é extremamente difícil. Daí que sejamos tão poucos os assumidamente ateus.<br />
Claro que acredito em absoluto que não passamos dali. Mas as pessoas são crentes numa qualquer divindade, porque pensam que assim, não morrem, ou melhor,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Helder Sanches</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-11850</link>
		<dc:creator>Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 04:47:13 +0000</pubDate>
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		<description>É só promessas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É só promessas&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Manel</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-11841</link>
		<dc:creator>Manel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 22:44:05 +0000</pubDate>
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		<description>A segunda questão era só para ver se chegavas lá mais depressa, não fosses ter ficado afectado pelos meus &quot;vapores&quot; licorosos... Normalmente fazendo as perguntas ao contrário, os mais lentos chegam lá mais depressa. ;)
Chegados a este ponto, e no que às questões da legalidade concerne, posso desde já dizer-te que discordo parcialmente da estrela polar pela qual te orientas na avaliação dos outros. No entanto perderia aqui imenso tempo precioso ao desenvolver uma série de raciocínios que, talvez, quiçá, pudessem apurar mais um pouco os critérios que segues. Não que sejam errados, não digo isso, mas envoltos de umá espécie de obscuridade. Como sei que és uma pessoa dinâmica (ora bolas, até tu, numa perspectiva Darwinista, estás sujeito à evolução)talvez ficasses enriquecido ao ponto de ver a realidade de outra forma.
A seu tempo, e talvez numa conversa de café, eu te explique o que quero dizer. Ou não! 
Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda questão era só para ver se chegavas lá mais depressa, não fosses ter ficado afectado pelos meus &#8220;vapores&#8221; licorosos&#8230; Normalmente fazendo as perguntas ao contrário, os mais lentos chegam lá mais depressa. <img src='http://www.heldersanches.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
Chegados a este ponto, e no que às questões da legalidade concerne, posso desde já dizer-te que discordo parcialmente da estrela polar pela qual te orientas na avaliação dos outros. No entanto perderia aqui imenso tempo precioso ao desenvolver uma série de raciocínios que, talvez, quiçá, pudessem apurar mais um pouco os critérios que segues. Não que sejam errados, não digo isso, mas envoltos de umá espécie de obscuridade. Como sei que és uma pessoa dinâmica (ora bolas, até tu, numa perspectiva Darwinista, estás sujeito à evolução)talvez ficasses enriquecido ao ponto de ver a realidade de outra forma.<br />
A seu tempo, e talvez numa conversa de café, eu te explique o que quero dizer. Ou não!<br />
Abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Helder Sanches</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-11838</link>
		<dc:creator>Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 20:59:16 +0000</pubDate>
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		<description>AH, finalmente os efeitos dos vapores já se dissiparam...

Muito bem, Manel, já entendi a tua questão. De facto, a imagem da criminalidade não é meramente exemplificativa. Repara, eu não tenho por hábito &quot;avaliar&quot; os outros por questões de moralidade, por isso as questões de legalidade são as que me servem normalmente de bitola.

Em relação à tua segunda questão não te posso responder. Perguntas-me por que é que eu seria uma coisa que não sou! Não te consigo responder a uma questão colocada nesses termos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AH, finalmente os efeitos dos vapores já se dissiparam&#8230;</p>
<p>Muito bem, Manel, já entendi a tua questão. De facto, a imagem da criminalidade não é meramente exemplificativa. Repara, eu não tenho por hábito &#8220;avaliar&#8221; os outros por questões de moralidade, por isso as questões de legalidade são as que me servem normalmente de bitola.</p>
<p>Em relação à tua segunda questão não te posso responder. Perguntas-me por que é que eu seria uma coisa que não sou! Não te consigo responder a uma questão colocada nesses termos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manel</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/11/05/reflectir-o-meu-ateismo-parte-1/comment-page-1/#comment-11835</link>
		<dc:creator>Manel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 18:32:47 +0000</pubDate>
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		<description>Vê se entendes agora para me poderes esclarecer.
Não és anti-clero, certo? E afirmas isso dizendo que não encontras razões para considerar um clérigo mais ou menos criminoso do que uma pessoa com uma qualquer outra &quot;profissão&quot;.
A minha pergunta é esta: a condição de criminoso ou, por outras palavras, a característica da criminalidade, foi meramente exemplificativa (isto é, poderias ter encontrado outra qualquer característica nefasta ou negativa) ou querias mesmo referir-te à criminalidade?
Ainda outro exemplo, desta vez pela negativa: se fosses anti-clero, era-lo porque consideravas os sacerdotes mais criminosos do que os mecânicos ou os engenheiros? Ou seria porque demonstravam outro tipo de característica?
Viste onde queria chegar?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vê se entendes agora para me poderes esclarecer.<br />
Não és anti-clero, certo? E afirmas isso dizendo que não encontras razões para considerar um clérigo mais ou menos criminoso do que uma pessoa com uma qualquer outra &#8220;profissão&#8221;.<br />
A minha pergunta é esta: a condição de criminoso ou, por outras palavras, a característica da criminalidade, foi meramente exemplificativa (isto é, poderias ter encontrado outra qualquer característica nefasta ou negativa) ou querias mesmo referir-te à criminalidade?<br />
Ainda outro exemplo, desta vez pela negativa: se fosses anti-clero, era-lo porque consideravas os sacerdotes mais criminosos do que os mecânicos ou os engenheiros? Ou seria porque demonstravam outro tipo de característica?<br />
Viste onde queria chegar?</p>
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