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	<title>Comentários em: O Definhar da Religião</title>
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		<title>Por: DsA 1 — A Religião como produto da Evolução (I) &#124; Helder Sanches</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-18919</link>
		<dc:creator>DsA 1 — A Religião como produto da Evolução (I) &#124; Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 01:20:05 +0000</pubDate>
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		<description>[...] aqui o que já tive opor­tu­ni­dade de escre­ver nou­tro artigo deste blog: Existe uma linha de cien­tis­tas que pro­cura uma razão gené­tica (David Sloan [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[…] aqui o que já tive opor­tu­ni­dade de escre­ver nou­tro artigo deste blog: Existe uma linha de cien­tis­tas que pro­cura uma razão gené­tica (David Sloan […]</p>
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		<title>Por: Carlos Cardoso</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-18826</link>
		<dc:creator>Carlos Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 16:24:36 +0000</pubDate>
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		<description>A religião não é eterna nem inevitável e sempre houve quem assim pensasse. 
Já Lucrécio dizia, no século I, que “a religião é sublime para o camponês, útil para o político e ridícula para o filosofo”. 
O filósofo árabe Al-Ma&#039;arri disse, por volta do ano 1000, que havia “dois tipos de pessoas: as inteligentes sem religião e as religiosas sem inteligência”.
Outro filósofo, Georg Christoph Lichtenberg, escrevia a meados do séc. XVIII que “o nosso mundo será um dia tão refinado que será tão ridículo acreditar num deus como o é hoje acreditar em fantasmas”.

É inevitável as religiões que hoje existem irem um dia juntar-se às outras mitologias num capitulo do comportamento humano chamado &quot;superstições&quot;.

O erro de alguns dirigentes políticos foi o de pensar que se podia decretar a abolição da religião. A primeira experiência foi durante a revolução francesa mas rapidamente tiveram que substituir deus pelo “ser supremo”. As ditaduras comunistas do séc. XX foram outros tantos exemplos que falharam.

As religiões não podem ser abolidas por decreto mas pela educação. Eduquem-se as pessoas e elas abandonarão a religião naturalmente. Há uma taxa de correlação negativa muito forte entre a religiosidade de um lado e os níveis de instrução e de desenvolvimento por outro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A religião não é eterna nem inevitável e sempre houve quem assim pensasse.<br />
Já Lucrécio dizia, no século I, que “a religião é sublime para o camponês, útil para o político e ridícula para o filosofo”.<br />
O filósofo árabe Al-Ma’arri disse, por volta do ano 1000, que havia “dois tipos de pessoas: as inteligentes sem religião e as religiosas sem inteligência”.<br />
Outro filósofo, Georg Christoph Lichtenberg, escrevia a meados do séc. XVIII que “o nosso mundo será um dia tão refinado que será tão ridículo acreditar num deus como o é hoje acreditar em fantasmas”.</p>
<p>É inevitável as religiões que hoje existem irem um dia juntar-se às outras mitologias num capitulo do comportamento humano chamado “superstições”.</p>
<p>O erro de alguns dirigentes políticos foi o de pensar que se podia decretar a abolição da religião. A primeira experiência foi durante a revolução francesa mas rapidamente tiveram que substituir deus pelo “ser supremo”. As ditaduras comunistas do séc. XX foram outros tantos exemplos que falharam.</p>
<p>As religiões não podem ser abolidas por decreto mas pela educação. Eduquem-se as pessoas e elas abandonarão a religião naturalmente. Há uma taxa de correlação negativa muito forte entre a religiosidade de um lado e os níveis de instrução e de desenvolvimento por outro.</p>
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	<item>
		<title>Por: Haddammann</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-18329</link>
		<dc:creator>Haddammann</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 18:44:59 +0000</pubDate>
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		<description>O Mais Terrível Mêdo e Sentimento do Ser Humano.

Recue. Puxe o fÃ´lego para encarar. Este é o texto do desenlace. Um documento de decisão da consciência. O ser humano se encontrará agora diante de seu mais temível, e jamais sondado, MÃŠDO, que está dentro, frio, calado; mas que esmagaça suas entrâncias. Porque esse mêdo soma um sentimento quase intraduzível que reúne a um só tempo: o sentir-se sozinho, impotente, sem absolutamente o que possa referenciá-lo. E esse sentimento está recÃ´ndito no mais cruel fato, no mais duro pensamento; que só em se insinuar perto da consciência estremece um calafrio de pavor, e o ser humano se esconde e faz tudo para não ter de vê-lo; porque ele agita até toda sua identidade, e ele prefere a exclusão do pensar do que deparar com tal embate psicológico â€¦ porque não é dor â€¦ é o encontro com o não ser â€¦ de não ser encontrado como existência, de não ver referência que dê sutento ao seu existir.

Existe algo estranho numa jornada de vida, não há como saber quanto está alinhavado cada nó do bordado onde cada um de nós toma e retoma sua linha de história; e é esse esquivo fenÃ´meno que fêz neste exato momento essas linhas que você lê.

Um frio, um vazio na barriga ... não há casa para você (ter tranquilidade), você não tem casa, a casa em que vc está não é segura, amanhã você não terá casa ... quem suporta isso uma vida inteira? Esse é o sentimento vivido sem trégua pelo pensador; até, por uma incrível pujança da espécie, escrever este texto que vai aqui ...

Os olhos humanos vêem nitidamente o cirandar dos rumos, o voleio dos ventos, tomando o volume do assombro repentino, e vê o correr espavorido e galopante do desgraçado arrogante e do covarde a encarar o relâmpago estampado diante de seu lívido olhar sem mais tempo algum diante de seu montante de estupidez e inútil futilidade.

Nos dias idos nossos ancestrais se apavoravam com o temor de não ter onde pisar, o que o cobrir, o que o sustentar. E ao pensar que a Terra seria um platÃ´, um â€œplanoâ€ sem fim, só lhes cabia ver o â€œem cimaâ€ como céu; e imaginar que quando o chão se revolvia debaixo de seus pés, que lá em cima poderia estar a segurança. â€œO que sou?â€ â€¦ â€œComo poderei assegurar minha vida?â€. Esse tormento psicológico terá se insinuado antes mesmo de qualquer um de nós ter tido a conquista do falar, ou, do claro pensamento expresso no falar.

O relâmpago riscava assombrosamente no céu, a Terra se enfurecia abrindo chanfros enormes nos solos que pareciam tão calmos e seguros. â€œOnde estou?â€ â€¦

E foram-se os tempos â€¦ E uns rumaram pros confins do mar e não voltaram; â€œCaíram num abismoâ€ â€¦
Uma nova inferência surgia; â€œO que há mais que não sabemosâ€ â€¦

Mêdo. â€œEu posso falar, e pergunto, e nós nos perguntamosâ€; â€œQue segurança há pra nós nesse solo, que abruptamente nos surpreende? â€œE vemos catástrofes e fúrias de fogo e água e gêloâ€ â€¦

Assim nossos genes em nossos pais se impregnavam de impressões de cuidados e insegurança. Tínhamos que procurar amainar nossa jornada de vida. E nós nos arrumávamos socialmente e começávamos a montar nossas casas e a ter os mesmos sentimentos de tê-la em segurança como os que tínhamos em esperança dum amainar de TEMPERAMENTO do ambiente (às vezes repentinamente hostil) que nos inquietava.

Queríamos o conforto psíquico do sossêgo. E inventamos um â€œregenteâ€ que se comiserasse de nosso temor e no qual pudéssemos aplacar nosso receio de corte de vida sempre iminente. E inventamos nossas supertições. E simbolizamos nosso Máº½do. E criamos um â€œdeusâ€ terrível. Totalmente associado ao nosso sofrimento e nossas frustrações e esperanças. E as inferências se propagaram e tornaram-se crenças. Começamos a dotar nossas sociedades de rituais de consÃ´lo, e víamos que era bom que fosse assim. Éramos tribais. Rudes. Infantes como seres vivos; inflamados de violentos temores e sentimentos.

Quando alcançamos o estágio da polis, das cidades, à medida que rompíamos o cordão da rudeza selvática e nÃ´made também já deixáramos a crueza da caça aberta e retínhamos em controle o que domesticávamos e o que comeríamos. Aplacávamos aos poucos nosso maior mêdo; mas também já não o discutíamos, e o perdíamos no nosso subconsciente. E nossos símbolos tornavam-se severamente cruéis. Descobríamos que por eles então podíamos escravizar nossos próprios semelhantes; e torná-los como reses, como bichos amedrontados. Já não endeusávamos nossos símbolos para protegermo-nos de nossos receios e pressentimentos; criáramos a mentira acintosa, usurpadora de todos os direitos de nossa liberdade civil: Inventáramos a Religião. Uma pantomima de efeito civil catastrófico, tão mais daninho à sociedade do que todas as catástrofes naturais.

Hoje temos os políticos escorados em um auge do embuste dessa pantomima; ávidos por nos manterem cegados; cuidando sempre do domínio de nosso estado civil escravo (fartamente açulado pelas frases insanas dos manuais de embustes); mas de maneira nenhuma cuidando da melhoria de nossa sociedade. Todos os desenvolvimentos genuínos emperram com entraves estapafúrdios venerados pelo açulamento de nossa própria escravidão psicológica. Sucumbimos geração após geração, degenerando-nos como espécie, enfeiando-nos como seres, e já comprometendo gravemente a Terra com nossa própria invencionice, que se transformou numa armadilha psíquica de alto dano civil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Mais Terrível Mêdo e Sentimento do Ser Humano.</p>
<p>Recue. Puxe o fÃ´lego para encarar. Este é o texto do desenlace. Um documento de decisão da consciência. O ser humano se encontrará agora diante de seu mais temível, e jamais sondado, MÃŠDO, que está dentro, frio, calado; mas que esmagaça suas entrâncias. Porque esse mêdo soma um sentimento quase intraduzível que reúne a um só tempo: o sentir-se sozinho, impotente, sem absolutamente o que possa referenciá-lo. E esse sentimento está recÃ´ndito no mais cruel fato, no mais duro pensamento; que só em se insinuar perto da consciência estremece um calafrio de pavor, e o ser humano se esconde e faz tudo para não ter de vê-lo; porque ele agita até toda sua identidade, e ele prefere a exclusão do pensar do que deparar com tal embate psicológico â€¦ porque não é dor â€¦ é o encontro com o não ser â€¦ de não ser encontrado como existência, de não ver referência que dê sutento ao seu existir.</p>
<p>Existe algo estranho numa jornada de vida, não há como saber quanto está alinhavado cada nó do bordado onde cada um de nós toma e retoma sua linha de história; e é esse esquivo fenÃ´meno que fêz neste exato momento essas linhas que você lê.</p>
<p>Um frio, um vazio na barriga … não há casa para você (ter tranquilidade), você não tem casa, a casa em que vc está não é segura, amanhã você não terá casa … quem suporta isso uma vida inteira? Esse é o sentimento vivido sem trégua pelo pensador; até, por uma incrível pujança da espécie, escrever este texto que vai aqui …</p>
<p>Os olhos humanos vêem nitidamente o cirandar dos rumos, o voleio dos ventos, tomando o volume do assombro repentino, e vê o correr espavorido e galopante do desgraçado arrogante e do covarde a encarar o relâmpago estampado diante de seu lívido olhar sem mais tempo algum diante de seu montante de estupidez e inútil futilidade.</p>
<p>Nos dias idos nossos ancestrais se apavoravam com o temor de não ter onde pisar, o que o cobrir, o que o sustentar. E ao pensar que a Terra seria um platÃ´, um â€œplanoâ€ sem fim, só lhes cabia ver o â€œem cimaâ€ como céu; e imaginar que quando o chão se revolvia debaixo de seus pés, que lá em cima poderia estar a segurança. â€œO que sou?â€ â€¦ â€œComo poderei assegurar minha vida?â€. Esse tormento psicológico terá se insinuado antes mesmo de qualquer um de nós ter tido a conquista do falar, ou, do claro pensamento expresso no falar.</p>
<p>O relâmpago riscava assombrosamente no céu, a Terra se enfurecia abrindo chanfros enormes nos solos que pareciam tão calmos e seguros. â€œOnde estou?â€ â€¦</p>
<p>E foram-se os tempos â€¦ E uns rumaram pros confins do mar e não voltaram; â€œCaíram num abismoâ€ â€¦<br />
Uma nova inferência surgia; â€œO que há mais que não sabemosâ€ â€¦</p>
<p>Mêdo. â€œEu posso falar, e pergunto, e nós nos perguntamosâ€; â€œQue segurança há pra nós nesse solo, que abruptamente nos surpreende? â€œE vemos catástrofes e fúrias de fogo e água e gêloâ€ â€¦</p>
<p>Assim nossos genes em nossos pais se impregnavam de impressões de cuidados e insegurança. Tínhamos que procurar amainar nossa jornada de vida. E nós nos arrumávamos socialmente e começávamos a montar nossas casas e a ter os mesmos sentimentos de tê-la em segurança como os que tínhamos em esperança dum amainar de TEMPERAMENTO do ambiente (às vezes repentinamente hostil) que nos inquietava.</p>
<p>Queríamos o conforto psíquico do sossêgo. E inventamos um â€œregenteâ€ que se comiserasse de nosso temor e no qual pudéssemos aplacar nosso receio de corte de vida sempre iminente. E inventamos nossas supertições. E simbolizamos nosso Máº½do. E criamos um â€œdeusâ€ terrível. Totalmente associado ao nosso sofrimento e nossas frustrações e esperanças. E as inferências se propagaram e tornaram-se crenças. Começamos a dotar nossas sociedades de rituais de consÃ´lo, e víamos que era bom que fosse assim. Éramos tribais. Rudes. Infantes como seres vivos; inflamados de violentos temores e sentimentos.</p>
<p>Quando alcançamos o estágio da polis, das cidades, à medida que rompíamos o cordão da rudeza selvática e nÃ´made também já deixáramos a crueza da caça aberta e retínhamos em controle o que domesticávamos e o que comeríamos. Aplacávamos aos poucos nosso maior mêdo; mas também já não o discutíamos, e o perdíamos no nosso subconsciente. E nossos símbolos tornavam-se severamente cruéis. Descobríamos que por eles então podíamos escravizar nossos próprios semelhantes; e torná-los como reses, como bichos amedrontados. Já não endeusávamos nossos símbolos para protegermo-nos de nossos receios e pressentimentos; criáramos a mentira acintosa, usurpadora de todos os direitos de nossa liberdade civil: Inventáramos a Religião. Uma pantomima de efeito civil catastrófico, tão mais daninho à sociedade do que todas as catástrofes naturais.</p>
<p>Hoje temos os políticos escorados em um auge do embuste dessa pantomima; ávidos por nos manterem cegados; cuidando sempre do domínio de nosso estado civil escravo (fartamente açulado pelas frases insanas dos manuais de embustes); mas de maneira nenhuma cuidando da melhoria de nossa sociedade. Todos os desenvolvimentos genuínos emperram com entraves estapafúrdios venerados pelo açulamento de nossa própria escravidão psicológica. Sucumbimos geração após geração, degenerando-nos como espécie, enfeiando-nos como seres, e já comprometendo gravemente a Terra com nossa própria invencionice, que se transformou numa armadilha psíquica de alto dano civil.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: REIS</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-18328</link>
		<dc:creator>REIS</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2009 07:23:12 +0000</pubDate>
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		<description>SABES HELDER QUE TENS RAZÃƒO QUANDO DIZES QUE AS RELIGIÃ•ES VÃƒO DEFINHAR, ESTÁ ESCRITO.
NÃƒO SEI A ONDE FOSTE BUSCAR ISSO,MAS ACERTASTE.
DEUS BREVEMENTE VAI ACABAR COM ESTAS DIVISÃ•ES TODAS,PORQUE AS RELIGIÃ•ES TÃŠKM PROVADO AO LONGO DOS SÉCULOS ,SEREM UM MÁ EXEMPLO, CAUSANDO DERRAMAMENTOS DE SANGUE E DIVISÃ•ES DE CULTURAS,É SÃ“ HIPÃ“CRESIAS DISFARÃ‡ADAS DE BONDADES.
O deus DESTE MUNDO NÃƒO PÁRA EM SERVIÃ‡O,E O ARMAGEDOM,ESTÁ Á PORTA,E SÃ“ OS ESCOLHIDOS DO ÚNICO DEUS VERDADEIRO É QUE VÃƒO SER BENEFICIADOS,QUER ACREDITEM OU NÃƒO.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SABES HELDER QUE TENS RAZÃƒO QUANDO DIZES QUE AS RELIGIÃ•ES VÃƒO DEFINHAR, ESTÁ ESCRITO.<br />
NÃƒO SEI A ONDE FOSTE BUSCAR ISSO,MAS ACERTASTE.<br />
DEUS BREVEMENTE VAI ACABAR COM ESTAS DIVISÃ•ES TODAS,PORQUE AS RELIGIÃ•ES TÃŠKM PROVADO AO LONGO DOS SÉCULOS ‚SEREM UM MÁ EXEMPLO, CAUSANDO DERRAMAMENTOS DE SANGUE E DIVISÃ•ES DE CULTURAS,É SÃ“ HIPÃ“CRESIAS DISFARÃ‡ADAS DE BONDADES.<br />
O deus DESTE MUNDO NÃƒO PÁRA EM SERVIÃ‡O,E O ARMAGEDOM,ESTÁ Á PORTA,E SÃ“ OS ESCOLHIDOS DO ÚNICO DEUS VERDADEIRO É QUE VÃƒO SER BENEFICIADOS,QUER ACREDITEM OU NÃƒO.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jairo Francisco</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-16897</link>
		<dc:creator>Jairo Francisco</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 12:19:41 +0000</pubDate>
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		<description>Onde estava a igreja de B16, quando foram extermidas as civilizações: MAIA-INCAS-ÍNDIOS do BRASIL E AMÉRICA do SUL,JUDEUS do HOLOCAUSTO,AFRICANOS(hoje)?. Creio que as religiões têem sido benéficas para seus líderes   e políticos que se escondem nelas para atingirem seus objetivos pessoais, ocorrência registrada pela História.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Onde estava a igreja de B16, quando foram extermidas as civilizações: MAIA-INCAS-ÍNDIOS do BRASIL E AMÉRICA do SUL,JUDEUS do HOLOCAUSTO,AFRICANOS(hoje)?. Creio que as religiões têem sido benéficas para seus líderes   e políticos que se escondem nelas para atingirem seus objetivos pessoais, ocorrência registrada pela História.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-14406</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 14:25:44 +0000</pubDate>
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		<description>â€œNa tua forma de pensares, a esperança simplesmente não existe, porque não existe salvação senão na capacidade pessoal e individualista de controlar a situação e dominar os acontecimentosâ€ â€œtu és destituído de qualquer emoção em especial, além de uma grande friezaâ€.o teu objectivo é.. â€œprejudicar o cristianismo e promover o ateísmo.â€ Quero que saibas que a Cristandade está preparada para tudo...â€seremos perseguidos, mas nunca desamparados.Seremos abatidos, mas não destruidos...pois se quisermos viver em CRISTO teremos de sofrer a perseguição e os tormentos. Mas quero-te lembrar ...que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem presente, nem futuro, nem poder, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura, poderá jamais separar-nos de JESUS CRISTO FILHO DE DEUS.â€ Porque há um só Senhor, uma só Fé, um só Baptismo e um só DEUS,
Pai de todos, que está acima de todos, que age por meio de todos e está presente em todosâ€
Amigo Helder, o que tu não darias para dizer o que eu digo...sentindo e vivendo cada palavra...mas no teu coração só tens lugar para o ódio porque nele habita as trevas...e é nas trevas que em breve te encontrarás. 
Ps: quero-te dizer que ninguem te obriga, nem Deus a seguir a religião Catolica
ou outra qualquer...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>â€œNa tua forma de pensares, a esperança simplesmente não existe, porque não existe salvação senão na capacidade pessoal e individualista de controlar a situação e dominar os acontecimentosâ€ â€œtu és destituído de qualquer emoção em especial, além de uma grande friezaâ€.o teu objectivo é.. â€œprejudicar o cristianismo e promover o ateísmo.â€ Quero que saibas que a Cristandade está preparada para tudo…â€seremos perseguidos, mas nunca desamparados.Seremos abatidos, mas não destruidos…pois se quisermos viver em CRISTO teremos de sofrer a perseguição e os tormentos. Mas quero-te lembrar …que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem presente, nem futuro, nem poder, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura, poderá jamais separar-nos de JESUS CRISTO FILHO DE DEUS.â€ Porque há um só Senhor, uma só Fé, um só Baptismo e um só DEUS,<br />
Pai de todos, que está acima de todos, que age por meio de todos e está presente em todosâ€<br />
Amigo Helder, o que tu não darias para dizer o que eu digo…sentindo e vivendo cada palavra…mas no teu coração só tens lugar para o ódio porque nele habita as trevas…e é nas trevas que em breve te encontrarás.<br />
Ps: quero-te dizer que ninguem te obriga, nem Deus a seguir a religião Catolica<br />
ou outra qualquer…</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Deus, religi&#227;o e o sentimento religioso em Freud &#124; LOG de MSN</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-12007</link>
		<dc:creator>Deus, religi&#227;o e o sentimento religioso em Freud &#124; LOG de MSN</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 18:05:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/#comment-12007</guid>
		<description>[...] recomendados de outros blogs:O definhar da religiãoOs católicos e a [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[…] recomendados de outros blogs:O definhar da religiãoOs católicos e a […]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno Azevedo</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-11389</link>
		<dc:creator>Nuno Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2007 15:38:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/#comment-11389</guid>
		<description>Saudações 

É um facto que é a pensar que chegamos a conclusões, e sendo a minha formação em ciencias se dissesse o contrario estaria a ser no minimo incoerente, o que digo é que, nao é somente a pensar que chegamos a conclusoes. Até ha bem pouco tempo, 4 ou 5 anos a minha posição era uma posiçao assumidamente de confronto principalmente com a Igreja mais do que com Deus, no entanto tomei uma decisão que foi, tentar compreender porque é que eu acreditanto (ainda que de forma pouco definida) tinha uma repugnancia tao grande pela Igreja. Bom, para tal entrei num grupo de jovens como observador, e acabei por ver, nao que me tentassem converter a qualquer coisa, mas depois de reflectir acabei por entender que eu fazia parte da Igreja que rejeitava, o meio influencia sem duvida (no meu entender) as nossas acçoes, se vivermos num local em que a Igreja é fria, de pedra, humida, parca em actos...sim as duvidas entranham-se em nós e acabamos por relegar para segundo plano os ensinamentos que nos foram mostrados, agora se a Igreja nos recebe de braços abertos, se vemos trabalho a ser feito, se vemos pessoas a ser ajudadas, ai sim, ai compreendemos...dai eu dizer compreendo logo sou Cristao...poderia dizer compreendo logo acredito em Deus (que para nós Cristaos é o mesmo, o Deus em que acredito é partilhado pelas 3 religioes monoteistas existentes).
Mais importante para mim do que acreditar ou nao acreditar é fazer o Bem, ser Humilde e ser Serio...basta isso para, acreditando ou não, viver em comunhao com a mensagem que me é transmitida pelo &quot;meu&quot; Deus.

Paz e Bem

Nuno Azevedo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações </p>
<p>É um facto que é a pensar que chegamos a conclusões, e sendo a minha formação em ciencias se dissesse o contrario estaria a ser no minimo incoerente, o que digo é que, nao é somente a pensar que chegamos a conclusoes. Até ha bem pouco tempo, 4 ou 5 anos a minha posição era uma posiçao assumidamente de confronto principalmente com a Igreja mais do que com Deus, no entanto tomei uma decisão que foi, tentar compreender porque é que eu acreditanto (ainda que de forma pouco definida) tinha uma repugnancia tao grande pela Igreja. Bom, para tal entrei num grupo de jovens como observador, e acabei por ver, nao que me tentassem converter a qualquer coisa, mas depois de reflectir acabei por entender que eu fazia parte da Igreja que rejeitava, o meio influencia sem duvida (no meu entender) as nossas acçoes, se vivermos num local em que a Igreja é fria, de pedra, humida, parca em actos…sim as duvidas entranham-se em nós e acabamos por relegar para segundo plano os ensinamentos que nos foram mostrados, agora se a Igreja nos recebe de braços abertos, se vemos trabalho a ser feito, se vemos pessoas a ser ajudadas, ai sim, ai compreendemos…dai eu dizer compreendo logo sou Cristao…poderia dizer compreendo logo acredito em Deus (que para nós Cristaos é o mesmo, o Deus em que acredito é partilhado pelas 3 religioes monoteistas existentes).<br />
Mais importante para mim do que acreditar ou nao acreditar é fazer o Bem, ser Humilde e ser Serio…basta isso para, acreditando ou não, viver em comunhao com a mensagem que me é transmitida pelo “meu” Deus.</p>
<p>Paz e Bem</p>
<p>Nuno Azevedo</p>
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	<item>
		<title>Por: Helder Sanches</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-11269</link>
		<dc:creator>Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2007 06:24:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/#comment-11269</guid>
		<description>Olá Nuno,

Bem vindo por estas bandas hereges! Lembro-me perfeitamente de ti. Espero que continues dedicado ao baixo como da última vez que soube notícias tuas.

Dizes tu que pensar não nos leva obrigatoriamente a conclusões... Bem, pergunto-te a quanta conclusões já chegaste sem pensares primeiro nos assuntos. Essa tua frase do &quot;compreendo, logo sou cristão&quot; pode parecer muito bonita e poética mas, desculpa lá, não diz nada. Outros dirão, compreendo, logo sou muçulmano ou outra coisa qualquer.

Para mim é, de facto, a pensar que chego a conclusões. Podemos pensar de maneira diferente e chegar a conclusões diferentes, mas, nesse caso, um de nós estará necessariamente errado ou no método ou na análise dos dados.

Espero que voltes sempre. Um abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Nuno,</p>
<p>Bem vindo por estas bandas hereges! Lembro-me perfeitamente de ti. Espero que continues dedicado ao baixo como da última vez que soube notícias tuas.</p>
<p>Dizes tu que pensar não nos leva obrigatoriamente a conclusões… Bem, pergunto-te a quanta conclusões já chegaste sem pensares primeiro nos assuntos. Essa tua frase do “compreendo, logo sou cristão” pode parecer muito bonita e poética mas, desculpa lá, não diz nada. Outros dirão, compreendo, logo sou muçulmano ou outra coisa qualquer.</p>
<p>Para mim é, de facto, a pensar que chego a conclusões. Podemos pensar de maneira diferente e chegar a conclusões diferentes, mas, nesse caso, um de nós estará necessariamente errado ou no método ou na análise dos dados.</p>
<p>Espero que voltes sempre. Um abraço!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno Azevedo</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/comment-page-1/#comment-11194</link>
		<dc:creator>Nuno Azevedo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Oct 2007 05:59:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.heldersanches.com/2007/06/19/o-definhar-da-religiao/#comment-11194</guid>
		<description>Caro Helder não sei se se lembra de mim, em todo o caso deixo-lhe um grande abraço de Saudade.

Eu sou Católico (não vale a pena dizer que sou praticante porque não há no meu entender outra forma de o ser), acho este seu blog deveras interessante por varios motivos, mas principalmente porque me ajuda a fortalecer a minha fé (sendo inteligente ou não...não sou eu quem vai decidir isso) Não acredito por acreditar acredito porque O vivo em todas as minhas acções. A frase que enverga na sua t-shirt acho-a fantastica sinceramente, eu so deitava agora um pedaço de madeira para a fogueira (para isto nao ser so um reencontro pacifico eheh), &quot;Penso logo sou Ateu&quot; parece-me interessante mas pensar nao nos leva obrigatoriamente a conclusões...eu, em contraponto utilizaria outra frase...&quot;Compreendo logo sou Cristão&quot;

Um forte abraço em breve espero poder ser honrado pela sua companhia de novo tenho que melgar o André para irmos ao Bairro. Lamento que o meu comentario seja somente uma &quot;lambidela&quot; sobre o tema mas prometo aparecer mais por estas bandas :D

PAz e Bem!
Nuno Azevedo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Helder não sei se se lembra de mim, em todo o caso deixo-lhe um grande abraço de Saudade.</p>
<p>Eu sou Católico (não vale a pena dizer que sou praticante porque não há no meu entender outra forma de o ser), acho este seu blog deveras interessante por varios motivos, mas principalmente porque me ajuda a fortalecer a minha fé (sendo inteligente ou não…não sou eu quem vai decidir isso) Não acredito por acreditar acredito porque O vivo em todas as minhas acções. A frase que enverga na sua t-shirt acho-a fantastica sinceramente, eu so deitava agora um pedaço de madeira para a fogueira (para isto nao ser so um reencontro pacifico eheh), “Penso logo sou Ateu” parece-me interessante mas pensar nao nos leva obrigatoriamente a conclusões…eu, em contraponto utilizaria outra frase…“Compreendo logo sou Cristão”</p>
<p>Um forte abraço em breve espero poder ser honrado pela sua companhia de novo tenho que melgar o André para irmos ao Bairro. Lamento que o meu comentario seja somente uma “lambidela” sobre o tema mas prometo aparecer mais por estas bandas <img src='http://www.heldersanches.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>PAz e Bem!<br />
Nuno Azevedo</p>
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