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Já temos o pri­meiro par­ti­ci­pante! Para man­ter uma lista sem­pre actu­a­li­zada criei um espaço no topo da barra late­ral direita ao qual serão adi­ci­o­na­das as novas par­ti­ci­pa­ções. Eis a pri­meira participação:

Tiny Aleph: Devía­mos ser todos agnósticos

Para sabe­res como par­ti­ci­par con­sulta estas indi­ca­ções.

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20. Maio 2007 by Helder Sanches
Categories: Debates | 2 comments

Comments (2)

  1. Hel­der… seria 1 boa ideia denun­ciar o “opus” q elo­giou salazar?

  2. “Os agnós­ti­cos no meio de tudo isso aca­bam por ser os mais raci­o­nais de todos, eles pura e sim­ples­mente deci­dem que o pro­blema da exis­tên­cia de Deus, Deu­ses ou enti­da­des divi­nas é um pro­blema que não tem solução.”

    Claro que have­ria solu­ção. Seria pos­sí­vel pro­var que existe. Bas­ta­ria que o deus pro­vasse isso. Pro­var que não existe é, de fato, impos­sí­vel. Não posso pro­var que o Mic­key não existe. Mas se eu pro­var que ele sur­giu da mente de um car­tu­nista, por qual razão eu devo ser agnós­tico em rela­ção ao camundongo?

    Dis­ney criou o Mic­key e o medo da morte criou os deu­ses, meros aces­só­rios da imor­ta­li­dade da alma, assunto que de fato é rele­vante. Exis­ti­ria o con­ceito de imor­ta­li­dade se não tivés­se­mos medo da morte? Não. Se mor­re­mos com nosso corpo — que é o lógico, uma vez que todas carac­te­rís­ti­cas outrora atri­buí­das à alma, como per­so­na­li­dade, cons­ci­ên­cia e memó­ria sabe­mos hoje ser atri­bu­tos da maté­ria — há menos sen­tido ainda em exis­tir um deus, uma vez que ele é inú­til para os que estão vivos e estes não vive­rão após a pró­pria morte para comprová-lo. Então, pela velha e boa Nava­lha de Ockham, se o mundo é o mesmo com ou sem deu­ses, a única solu­ção raci­o­nal é acei­tar que ele é uma mera inven­ção humana.

    Assim sendo, não dá para clas­si­fi­car a pos­tura do agnós­tico sequer como racional.

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