Debate Interblogues: Será o Agnosticismo mais Racional que o Ateísmo?

Já há muito tempo que andava a pensar em convidar alguns bloggers amigos para periodicamente escrevermos, cada um no seu próprio blog, artigos sobre um determinado tema. O recente e feliz episódio gerado com este artigo do José, fez com que ficasse realmente convencido de que se trata de uma ideia interessante. Eu reagi, o Ludwig Kripphal também e o José voltou a responder e andamos feitos felizes a escrever sobre os artigos dos outros!

A grande vantagem destes debates inter-blogues (quem é que utilizou esta expressão?) é que poderemos debater os nossos pontos de vista sobre temas comuns e tirar daí um gozo imenso ao interagirmos com os blogues dos outros participantes. Para além disso, poderemos vir a conhecer outros blogues que, porventura, nos tinham passado ao lado e receber alguns links adicionais e inesperados para o nosso próprio artigo participante no debate.

Pela minha parte, terei dois links para todos os artigos participantes: um numa lista diária com as novas participações e outro no final do tempo limite para participação no debate com todos os artigos participantes.

Regras (básicas, flexíveis e sujeitas a melhoramentos no futuro ;) ):

  • Os artigos participantes terão que ser artigos novos e não artigos com data anterior ao início do debate
  • Os artigos deverão permitir comentários
  • Os artigos terão que ser obviamente sobre o tema em debate, embora se permita toda a liberdade criativa para abordar o mesmo
  • O artigo deverá ter um link a este post para que outros possíveis interessados fiquem a conhecer o objectivo e as regras
  • Enviem-me um email - com “debate inter-blogues” no assunto - com um link para o vosso artigo. (Isto para salvaguardar qualquer falha nos sistemas (meu ou vossos) de pingback e trackback)

Sugestões:

  • Criem titulos sugestivos
  • No final do período de participação escrevam um artigo sobre as ideias dos outros participantes e não se privem de criar o vosso top de preferências
  • Participem e comentem nos outros artigos participantes
  • Divirtam-se a trocar links e ideias

Dito isto, resta apresentar o tema para o primeiro debate inter-blogues:

Será o Agnosticismo mais Racional que o Ateísmo?

Data limite de participação: 25 de Maio de 2007

Espero que participem! Eu vou participar. Obrigado.

30 Respostas a “Debate Interblogues: Será o Agnosticismo mais Racional que o Ateísmo?”

  1. José disse:

    Acho uma ideia fantástica, vamos a ver se hoje tenho tempo de escrever o que tenho em mente (de forma organizada) antes de ir rebentar com os timpanos do Hélder no Karaoke.


  2. Steve disse:

    prefiro o ateismo…
    axo os agnosticos 1 pouco timidos


  3. Catellius disse:

    Viva Helder!

    Faço questão de participar. Temo não ter muito tempo e, principalmente, não ter muito com o que contribuir.
    A princípio, acho uma discussão um pouco infrutífera, uma vez que “agnóstico” é meramente um termo cunhado no séc. XIX para definir “ateu”, “motivo pelo qual se é ateu” e “não quero muita polêmica com crentes ensandecidos”. Mas o fato é: um agnóstico tem um deus a quem pedinchar ou louvar, a quem temer ou amar? Não? Então ele é ateu, ora bolas! Como na teoria dos conjuntos. Um contém, o outro é contido.

    Abraços,
    Catellius


  4. Lucas disse:

    estou ancioso para ler o que vai vir pela frente!
    muito boa a idéia!
    abraços


  5. Lucas disse:

    ansioso* desculpem-me o erro


  6. Steve disse:

    Helder, vim t denunciar isso!!!

    http://queeaverdade.blogspot.com/
    http://queeaverdade.blogspot.com/2007/04/carta-aberta-ao-senhor-presidente-da.html
    http://www.blogger.com/comment.g?blogID=25059892&postID=1925385405234485116&isPopup=true
    Por mais defeitos que alguns, injusta, dolosa e maldosamente, atribuam a Salazar (Prof. Doutor António Oliveira Salazar), uma coisa é certa/certíssima:
    - SALAZAR NUNCA PERMITIRIA UM REFERENDO POPULAR CONTRA A VIDA HUMANA EM GESTAÇÃO!
    - NUNCA TRAIRIA A CONSTITUIÇÃO CONTRA OS SAGRADOS DIREITOS DA VIDA HUMANA, LOGO A PARTIR DA CONCEPÇÃO!
    - NUNCA PROMULGARIA UMA LEI INÍQUA A FAVOR DO ASSASSÍNIO DE SERES HUMANOS ATÉ ÀS DEZ SEMANAS, NEM ATÉ AOS DEZ DIAS, DE VIDA!
    - ETC/ETC/ETC!…

    ATÉ POR ISSO MESMO ELE MERECEU, DE LONGE, SER ESCOLHIDO COMO “O MELHOR PORTUGUÊS DE TODOS OS TEMPOS” - GRAÇAS A DEUS!…

    N.E.C.


  7. Helder Sanches disse:

    Steve,

    Não percebi! Isto é uma transcrição de um dos comentários ou é a tua opinião? É que faz toda a diferença.


  8. Steve disse:


  9. Helder Sanches » Debate Interblogues disse:

    [...] Para saberes como participar consulta estas indicações. [...]


  10. Bruno Miguel Resende disse:

    Viva!

    Excelente ideia. Parece-me que o tema é pouco relevante e muito relativo. Concordo perfeitamente com a opinião do Catellius, imaginando um exemplo prático, um Budista Agnóstico. Não acarreta grande lógica. Parece-me que o termo “Agnóstico” é uma forma de dizer “Quero lá saber das vossas religiões, num me venham é lavar o cérebro!” Parecia-me interessante, até porque se entra em campos de debate lógico e racional extremos, as questões de meditação por exemplo. A capacidade de elevação do consciente através de concentrações ou disperssões.

    Cumprimentos!


  11. Helder Sanches disse:

    Bruno,

    Espero poder contar com a tua participação.

    Um abraço.


  12. Ateísmos e Agnosticismos « LiVerdades disse:

    [...] Artigo inserido no debate interblogs, na temática “Será o Agnosticismo mais Racional que o Ateísmo?” Mais informações em Penso, logo, sou ateu [...]


  13. Helder Sanches » Debate Interblogues (actualização) disse:

    [...] Para saberes como participar consulta estas indicações. [...]


  14. Metalingua Blog › O deus do atesmo prtico disse:

    [...] Adicione aos favoritos. Acompanhe os comentrios com o Feed RSS. Postar Comentrio ou deixar um trackback. Postar um comentrio Seu email nunca ser publicado ou compartilhado. Campos requeridosmarcados com um * Nome * [...]


  15. Helder Sanches » Compreender e a Pura Indiferença disse:

    [...] Quando me lembrei de promover este debate interblogues a distinção entre agnósticos e ateus pareceu-me um tema óbvio para dar o pontapé de saída. Esta é a minha participação no debate e gostaria de começar com uma fantasia. Imaginem que, numa pequena cidade, um grupo considerável de pessoas estava crente que o Sol se extinguiria dentro de duas semanas, a uma quarta-feira, pelas 16h43. [...]


  16. Pedro Amorim disse:

    Achei a ideia óptima

    http://croquete-matinal.blogspot.com/2007/05/agnsticos-ateus-e-religies.html

    Aqui está o link da minha contribuição.
    P


  17. C. Mouro disse:

    Eu entendo da seguinte forma:
    Agnóstico é uma posição filosófica perfeccionista e o ateu é uma posição prática em consequência das gritantes evidências contra deuses mirabolantes, embora não provas. Ou seja, em ambas posições há a predominancia da racionalidade, emboara a posição agnóstica faça uma concessão exagerada à dúvida.

    Ninguém provar o que não existe, e nem mesmo saber se há ou não um deus,. Por mais que as evidência conduzam a concluir pela inexistência, não há prova cabal dela. Ou seja, para saber se deus existe ou não, seria necessário saber TUDO, seria necessária a onisciecia.

    Claro é que as evidências indicam a inexistência de deuses de qualquer espécie, mas nada podem provar genericamente. Contudo, sobre os deuses os quais se alega a existência e se idealiza cultos, refeências, seitas e religiões, ESTES SIM, PODE-SE DIZER QUE NÂO EXISTEM como o alegado. Pois neste caso as ambiguidades, as contradições e absurdos que são afirmados a respeito, são efetivas provas de que não existem, além das evidências de que estes deuses foram criados à imagem e semelhanças dos homens que os criaram e até mesmo dos que os adotam e os adaptam à própria conveniência.

    ..Mas quanto a algum deus ainda não revelado, por mais absurda e improvável que seja sua existência, ainda sssim não se pode garantir que algo não exista, …a menos que se seja onisciente. Embora em vista das evidências em contrário e também da ausência de provas ou evidências da existência, é perfeitamente racional que se tenha 99,999% de certeza da inexistência de qualquer tipo de deus mirabolante criador do universo e lá mais o que se diga.

    Ou seja, o agnóstico tem uma visão demasiado perfeccionista e filosófica, embora seja, efetivamente, um ateu na prática.

    Abraços
    C. Mouro


  18. Narkus disse:

    Bom, dos artigos que li infelizmente apenas um se mostrou favorável a idéia de que o agnosticismo é mais racional que o ateísmo.

    Aonde estão os agnósticos? Apenas 1 veio defender a racionalidade do agnosticismo :(((


  19. Helder Sanches disse:

    Narkus,

    Muito naturalmente, os agnósticos ou não sabem a resposta ou não estão para se chatear! :)


  20. C. Mouro disse:

    De fato é uma chatice a disputa do “troféu racionalidade”.

    O exagero de racionalidade dos agnósticos ou o exame racional das evidências por parte dos ateus não é coisa que os antagonize ou diminua qualquer das partes.

    Para se dar uma sentença é absolutamente cabível a análise das evidências para afirmar que deuses não existem. Contudo, não é algo fundamental e tão pouco necessária tal sentença. Efetivamente necessária é a sentença sobre os deuses até o momento ditos existentes. E neste caso, tanto agnósticos quanto ateus concordam que os deuses até então alegados são meras fantasias, não existem. Pois tal é provado pelas contradições e absurdos ditos para defender sua existência:

    onde há ambiguidade não há verdade!

    Mas onde nada há para se analisar, é, digamos filosóficamente, precipitado fazer afirmações sobre o quye não existe se não somos oniscientes.

    Enfim, estabeler quem é o mais racional é algo de um preciosismo tão exagerado que talvez nem agnósticos queiram por tal caminho enveredar para dar uma sentença desnecessária na prática.

    Abraços
    C. Mouro


  21. C. Mouro disse:

    ia esquecendo:

    Será que o preciosismo exagerado é mais racional?
    ou será que o racionalismo exagerado é mais racional?

    É uma questão de dificil solução, ao menos para mim.

    Abraços
    C. Mouro


  22. C. Mouro disse:

    Putz!

    O meu comentário anterior a esse que saiu foi perdido. No momento que enviei ele não apareceu e eu imaginei que houvesse mediação e postei o segundo com a conclusão que esqueci de finalizar.

    Caso esteja por aí perdido, peço que seja repostado.
    …se não, tentarei reescreve-lo. Fopi realmente uma pena.

    Forte abraço
    C. Mouro


  23. C. Mouro disse:

    O que está havendo??

    meu comentário anterior ao de 17:17 não saiu.
    Quando escrevi outro apontando tal falha, só percebida quando postei o das 17:17, acabo de perceber que também não saiu.

    favor verificar o quye está havendo.

    Nem meu antepenultimo nem o penultimo (antes desse) sairam.

    Abraços
    C. Mouro


  24. Helder Sanches disse:

    C. Mouro,

    Por alguma razão esses seus comentários foram considerados spam pelo Akismet. Poderá ter a ver com o seu i.p. ou com o seu email. Já foi rectificado. Sugiro que se tal situação se repetir noutros locais tente informar-se junto do seu fornecedor de serviço de internet das possíveis causas para estar a acontecer isso.

    Acho que você resumiu bastante bem no seu primeiro parágrafo:
    “Agnóstico é uma posição filosófica perfeccionista e o ateu é uma posição prática em consequência das gritantes evidências contra deuses mirabolantes, embora não provas. Ou seja, em ambas posições há a predominancia da racionalidade, emboara a posição agnóstica faça uma concessão exagerada à dúvida.”
    Penso que considera exagerada essa concessão à dúvida devido à falta de plausibilidade da existência de qualquer deus face à total ausência de evidência.
    A minha dúvida, no entanto, mantém-se: cabe no conceito de racionalidade o abdicar de respostas? Em qualquer outra matéria essa seria considerada uma posição irracional, anti-cientifica, cobarde mesmo! Porque é que em aspectos religiosos a regra se altera?


  25. Helder Sanches » Debate Interblogues: Será a Religião Eterna e Inevitável? disse:

    [...] As regras são as mesmas utilizadas no primeiro debate e podem ser consultadas aqui. [...]


  26. André disse:

    As provas contra a inerrância bíblica existem. O autor do texto abaixo se chama Ultov, ele desabafa utilizando evidências:

    AVISO ÀS IGREJAS DO BRASIL

    Peço que tenham calma, pois o assunto que vou expor é bastante complicado. Já fui católico (infância) e protestante (adolescência), conheço em boa parte a Bíblia.
    Farei aqui um ataque à hipocrisia que separou de forma oculta o mundo atual e continua achando que sairá vitoriosa. Nesse meu exercício, que mais parece uma grande queda de braço, fui afrontado com a seguinte máxima: “A Bíblia é sagrada e ninguém pode contra ela”.

    Existe um grande escalão de sacerdotes do ocultismo que se camuflam de cordeiro e suas famílias receberam dedicatórias (homanagens) nas traduçõees da maioria das Bíblias. Hoje vou deixar um exemplo aqui: O nome Jesurum (que pertence a nobres famílias européias) entrou na Bíblia por volta de 1890 (idade contemporânea), só que nesta data os meios de comunicação eram muito precários. Como consequência muitas Bíblias não receberam o nome Jesurum, o que levou discórdia a muitos impressores, pois se tratava de um nome que não constava em nenhuma Bíblia antes de 1890, seja ela hebraica (Yeshurum), católica, protestante ou quaquer Codex antigo.
    O leitor que tiver 2 ou mais Bíblias, impressas em diferentes datas, como por exemplo, de JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA pode analisar a presença ou não de Jesurum em Dt 32:15, 33:5 e Is 44:2. Faça a comparação de uma Bíblia velhinha para uma Bíblia nova, observe as datas das diferentes impressões. Devo salientar que a obra que os Irmãos iram ver no link abaixo pertence a Biblioteca Nacional e foi escrita pelo o punho de João Ferreira de Almeida em 1681. Trata-se do capítulo 1 de Lucas. Almeida escreveu Elisabeth (Lc 1:5-7) hoje só se vê Isabel, nome que também começou a ser introduzido na Bíblia de Almeida (e muitas outras) por volta de 1890. Para conferir a obra rara clique aqui http://purl.pt/12730/1/P128.html

    AS TRADUÇOES SÃO CONFIÁVEIS?

    Niccolò Marlemi foi um dos primeiros tradutores da Bíblia para o idioma italiano e seu trabalho, concluído em Veneza, data de 1490 servindo de base para os cristãos falantes deste idioma. Nesta Bíblia é clara a presença do nome Iesu, com as flexões Iesus e Iesum.
    Em 1574 é feita outra tradução para o ITALIANO em Veneza e desta vez o nome introduzido foi Giesu (também com as flexões). Posteriormente o nome a configurar nas Bíblias em idioma italiano passa a ser Gesu (flex. Gesus e Gesum).
    Concluímos portanto que no mesmo idioma ITALIANO, de 1490 em diante, temos Iesu, Giesu e Gesu. Os defençores desta lambança dizem se tratar de traduções, mas o problema é que não existe tradução de ITALIANO para ITALIANO e nomes próprios não se traduzem, se transliteram (preservação dos fonemas). Para quebrar ainda mais este cristal os ESCRITORES CRISTÃOS do Século de Ouro do Enciclopedismo Europeu (q.v.), utilizando fontes do século XIII, citam Gesum (umas das flexões de Gesu) como o nome de uma arma gaulesa. Muitas armas gaulesas davam aos soldados uma lembrança da entidade ESUS http://www.chronarchy.com/esus/aboutesus.html a mesma entidade que foi encontrada em 1710 num altar debaixo da Igreja Católica de Notre-Dame. O mais comprometedor é que o nome IESUS só começa a aparecer por volta do ano 1200, ou seja, depois da iniciativa para a construção de Catedral de Notre-Dame (1163), pois antes nas Bíblias só se via os termos Ihs, Ihu, Ihus e Ihum. Conclusão: construíram Notre-Dame sobre o altar de ESUS, aguardaram um tempo e divulgaram o nome IESUS. Este nome Iesus pertencia a muitas famílias nobres medievais muito antes de ser introduzido na Bíblia. Apartir do século XV muitos hebreus são obrigados, POR LEI, a ter os nomes Iesu, Ieshurum, Iesurum, Bixorda, Morena entre muitos outros considerados uma afronta para os ensinamentos hebreus.
    Voltando mais no passado na Gália Belga temos o topônimo VOGESUS ou VOGESUM (lembrar de Gesum já descrito) citado como um monte no livro Bello Gallico (livro 4, capítulo 10) de César. Não podemos esquecer também do bispo BLAESUS que teve seu nome mudado para S. Braz. BLAESUS existiu muito antes de Iesus aparecer nas Bíblias. São todos nomes derivados de ESUS e não adianta fechar os olhos para isto. ESUS era cultuado na bruxaria junto com Cernunnos muito antes de 1450 (tempo da primeira grande caçada aos bruxos) e hoje a grande bruxaria só pode pronunciar Cernunnos aos iniciados. ESUS pertencia aos bruxos e não à Igreja, sendo assim a caçada aos bruxos foi inevitável.
    Observem algumas evidências de Esus aqui.

    Com base nas provas existentes foram violados Mt 5:18 e At 4:12 em quase todas as Bíblias existentes.

    ELISABETH e ISABEL - Personagens distintas

    Segue agora uma seqüência com as BÍBLIAS ESPANHOLAS (ou castellanas, como queiram) que consultei:
    Bíblia Castellana em Linguagem Simples (2003), Castellana (2003), Dios Habla Hoy (Deus Fala Hoje) (1996), A Bíblia das Américas (1986, 1995, 1997), Nova Versão Internacional (1979), Reina-Valera (de 1960 e outra de 1995), Reina-Valera Antiga (de 1569 e outra de 1602) e Bíblia Castellana Latinoamericana (1972).
    Para aqueles que separam o ESPANHOL do CASTELLANO percebe-se claramente que nas versões acima temos as duas “línguas”.
    Das 10 versões acima citadas, todas têm o nome Elisabeth exceto 3:
    Bíblia Castellana em Linguagem Simples (2003), Dios Habla Hoy (1996) e Bíblia Castellana Latinoamericana (1972).
    Estas versões possuem o nome Isabel, são aparentemente recentes e têm o mesmo idioma das outras 7 versões. Trata-se de um segundo crime, pois desta vez, em determinas Bíblias dentro de um mesmo idioma houve a alteração de Elisabeth para Isabel. O pior é que se sabe que havia outro nome antes de Elisabeth. Voltando ao assunto vamos para as etimologias:
    -Elisabeth >> EL-ISA-BETH
    EL (Deus em hebraico moderno) + ISA (filho de ALAH, equivalente a Jesus) + BETH (casa em hebraico).
    -Isabel >> ISA-BEL
    ISA (filho de ALAH, equivalente a Jesus) + BEL (Baal, dono e senhor no hebraico).
    Como pode-se ver ISA é a única palavra em comum, o que torna os 2 nomes (Elisabeth e Isabel) bem diferentes. Este ISA foi introduzido no texto bíblico pelos antigos teólogos para tentar atrair uma parte do povo árabe.

    Conclusão: Por mais simples que sejam as alterações, não se deve pensar como uma simples banalidade. As Bíblias estão alteradas propositalmente e não adianta fechar os olhos para isto.

    RAINHA ISABEL DE PORTUGAL

    Isabel de Aragão nasceu no palácio de Aljaferia, na cidade de Saragoça, onde reinava o seu avô paterno D. Jaime I. Era filha de D. Pedro, futuro D. Pedro III, e de D. Constança de Navarra. A princesa recebeu o nome de Isabel por desejo de sua mãe em recordação de sua tia Isabel da Hungria, duquesa de Turíngia. O seu nascimento veio acabar com as discórdias na corte de Aragão, pelo que o seu avô lhe chamava “rosa da casa de Aragão”.
    Isabel faleceu a 4 de Julho de 1336, deixando em testamento grandes legados a hospitais e conventos. O povo criou à sua volta uma lenda de santidade, atribuindo-lhe diversos milagres e a santa foi canonizada em 1625.
    Muito depois destes eventos deu-se a introdução do nome de Isabel em algumas Bíblias. Antes dos resultados desta canonização o mesmo não era encontrado em nenhuma Bíblia, ninguém fazia menção da igualdade entre Elisabeth e Isabel e não existiam escritos sobre esta igualdade. Todos os escritos sobre a sinonimia entre Elisabeth e Isabel são muito posteriores ao evento da canonização de Isabel.

    Parece simples, mas é bastante para concluir que as Bíblias contêm erros que se caracterizam em alterações propositais.


  27. JPC disse:

    Gostava era de saber porque carga de água é que insistem que “os agnósticos” (ou seja, todos em geral mas nenhum em particular) são criaturas que “abdicam de respostas”?! Mas que raio de caricatura…


  28. meridia disse:

    meridia…

    toowoge geicahey…


  29. Lucimar disse:

    Os agnósticos admitem que não sabem, enquanto os ateus pretendem ditar uma verdade absoluta, mesmo sem conhecer nem o universo e muito menos a existência.

    “A desgraça do ignorante consiste em julgar, não sendo ele nem distinto nem inteligente, que o é o quanto lhe basta; ora, quem não se vê carecido de alguma coisa, não aspira àquilo que não imagina lhe esteja faltando”. Sócrates


  30. hpg_pb@hotmail.com disse:

    O ateísmo é mais contundente na sua posição acerca da inexistência de deus, porém o agnosticismo é interessante, pelo filosofar sobre deus, é isto que prporciona o debate, daí ser criticado as vezes, pois as pessoas fogem do debate, do interrogar-se


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