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	<title>Comentários em: Sobre a Moral</title>
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	<description>Penso, logo, sou ateu</description>
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		<title>Por: JB SINDISAUDE</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18791</link>
		<dc:creator>JB SINDISAUDE</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:26:21 +0000</pubDate>
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		<description>ELE AMA VOCÊS E EXISTE
EU O VEJO SEMPRE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ELE AMA VOCÊS E EXISTE<br />
EU O VEJO SEMPRE.</p>
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		<title>Por: JB SINDISAUDE</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18790</link>
		<dc:creator>JB SINDISAUDE</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 17:24:52 +0000</pubDate>
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		<description>SÓ LAMENTO.
PREFEREM ACREDITAR EM PENSAMENTOS E ESCRITURAS ATUAIS INCOMPLATAS E SEM RESPOSTAS COMPLETAS, EM VEZ DO LIVRO SAGRADO; NÃO IMPORTA SE É SAGRADO OU NÃO; MAS RESPONDE A MAIS DIFÍCIL DE TODAS AS PERGUNTAS
PORQUE EXISTIMOS?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>SÓ LAMENTO.<br />
PREFEREM ACREDITAR EM PENSAMENTOS E ESCRITURAS ATUAIS INCOMPLATAS E SEM RESPOSTAS COMPLETAS, EM VEZ DO LIVRO SAGRADO; NÃO IMPORTA SE É SAGRADO OU NÃO; MAS RESPONDE A MAIS DIFÍCIL DE TODAS AS PERGUNTAS<br />
PORQUE EXISTIMOS?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Abraão</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18541</link>
		<dc:creator>Abraão</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 22:02:53 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Sérgio, foi pena vc não ter deixado o link para a gente ler o seu Blog.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Sérgio, foi pena vc não ter deixado o link para a gente ler o seu Blog.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Educação Ateía &#124; Portal Ateu</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18540</link>
		<dc:creator>Educação Ateía &#124; Portal Ateu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 17:53:29 +0000</pubDate>
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		<description>[...] não vejo nenhum paralelismo entre educação religiosa e moral. Ou, dito de outra forma, não encontro à minha volta nenhuma evidência de que uma educação [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[…] não vejo nenhum paralelismo entre educação religiosa e moral. Ou, dito de outra forma, não encontro à minha volta nenhuma evidência de que uma educação […]</p>
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		<title>Por: O mensageiro</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18464</link>
		<dc:creator>O mensageiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 00:18:38 +0000</pubDate>
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		<description>As religiões não tem moral nem dignidade. Portanto excluídas de bons princípios. A sociedade de um modo geral, corrompida e sem um mínimo de caráter! Só resta a opção para esta humanidade destituída de qualquer princípio uma avassaladora destruição. nada mais!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As religiões não tem moral nem dignidade. Portanto excluídas de bons princípios. A sociedade de um modo geral, corrompida e sem um mínimo de caráter! Só resta a opção para esta humanidade destituída de qualquer princípio uma avassaladora destruição. nada mais!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Helder Sanches</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18181</link>
		<dc:creator>Helder Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 17:17:23 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Sérgio,

Obrigado pela visita e pelo elogio. Gostei da reflexão sobre a ausência de &quot;mundanidade&quot; nas religiões. Merecerá a consideração devida num futuro artigo.

Parabéns também pelo seu blog.

Um abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Sérgio,</p>
<p>Obrigado pela visita e pelo elogio. Gostei da reflexão sobre a ausência de “mundanidade” nas religiões. Merecerá a consideração devida num futuro artigo.</p>
<p>Parabéns também pelo seu blog.</p>
<p>Um abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sergio Viula</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18179</link>
		<dc:creator>Sergio Viula</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 16:35:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/#comment-18179</guid>
		<description>Aí vai um texto que eu corri o risco de escrever. Sim, porque escrever sempre é um riso e publicar é um ato quase suicida. Deixar-se escrutinar por olhos anÃ´nimos não é a coisa mais prudente a fazer, mas é assim que o conhecimento avança. Então, aí vai:

Lendo Nietzsche em seu escrito denominado &quot;Sobre a verdade e a mentira num sentido &#039;extra moral&#039;&quot;, senti-me impelido a colocar alguns dos meus próprios pensamentos no papel. Depois, concluí que seria interessante compartilhá-los aqui, ainda que pudessem atingir os sentimentos dos mais religiosos. Ainda que assim seja, vale a pena abrir a mente para pensar diferente, mesmo que depois continuemos pensando do mesmo jeito que pensávamos antes. Portanto, aí vai...

A pergunta de Pilatos que ficou sem resposta da parte de Jesus encontra em Nietzsche uma boa réplica. &quot;Portanto, o que é verdade? Uma multidão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim: uma soma de relações humanas poética e retoricamete potencializadas, transpostas e ornadas e que, depois de longo uso, parecem a um povo sólidas, canÃ´nicas e obrigatórias: as verdades são ilusões sobre as quais se esqueceu tratar-se de metáforas que se tornaram usadas e sem força sensível, moedas que perderam sua impressão e agora são consideradas apenas metal, não mais moedas.&quot;

É interessante como o ser humano é um bicho capaz de projeções tão complexas que chegam a convencer até a si mesmo de sua veracidade.

No princípio era o homem, e o homem estava com medo, e do medo vieram os deuses. O medo estava no princípio com o homem. Todos os mitos foram feitos por ele, e, sem ele, nenhum mito se fez. A superstição estava nele, e a superstição obscurecia o entendimento dos homens, mas a razão prevaleceu contra ela.

Houve muitos deuses criados pelos homens à sua própria imagem e semelhança, mas o homem queria alguém maior do que ele, não só em força, beleza, inteligência, mas em &quot;pureza&quot;. O homem purificou tanto os deuses de sua semelhança consigo que acabou projetando uma divindade absolutamente isolada de tudo o que fosse natural ou terreno. Depois almejou ser igual ao deus que ele mesmo projetara, e foi se desnaturalizando.

Assim foi que muias religiões começaram a se opor a qualquer traço de &quot;mundanidade&quot; na vida humana. O cristianismo considera virtuosos o jejum (não comer e não beber), a vigília (não dormir), a reclusão (não se divertir ou socializar), a castidade (não transar fora do matrimÃ´nio) e o celibato (jamais transar), além de uma série de outras negações do que seja mundano ou corporal. 

Ao projetar um deus que é espírito transcendente e que não tolera o menor vestígio de desejos e aspirações humanos à naturalidade (qualidade do que é natural), o ser humano criou um monstro e esqueceu que esse monstro não passa de mera projeção de sua conturbada &quot;psyché&quot;. Temendo o monstro que ele mesmo criou, o bicho homem vive tentando amansá-lo com uma série de regras e sacrifícios, e esquece que o grande &quot;barato&quot; da existência humana é a própria vida neste mundo que o cerca e no contexto das possibilidades que o próprio universo lhe oferece. A superstição só serve para impedir a felicidade ou travar o desenvolvimento saudável de nossas mentes e corpos.

O cristianismo não é melhor do que a mitologia dos povos antigos. Alguns judeus, sob influência fortíssima dos gregos e romanos, criaram o deus cristão, com seus trasmundos (mundos além deste). Em nada diferindo das crenças antigas de vários povos. Nietzsche chega a dizer que o cristianismo é o platonismo para o povo. 

Enquanto os crentes de todos os matizes pensam possuir uma revelação especial, ignoram que o cristianismo só se tornou uma religião mundial usando o poder temporal em suas mais sórdidas versões. Os protestantes, então, são os mais iludidos , pois pensam que foi graças ao poder da bíblia e do espírito santo que muitos povos foram convertidos ontem e hoje. No entanto, nenhuma missão foi executada sem a espada do colonizador (invasor, para ser mais exato) que obrigava a conversão à força ou a estimulava através de benefícios especiais. Com o tempo, o próprio povo dominado passava a crer no que lhe impunha o dominador, e assimilava toda aquela superstição como verdade. Muita violência e corrupção de toda espécie foram necessárias para que o mundo chegasse a abrigar mais de um bilhão de cristãos, em nada melhores que quaisquer outros religiosos. Pensam-se separados por deus, quando na verdade não passam de seres angustiados que, movidos pelo medo, esforçam-se em amar a deus; amor no qual muitos deles realmente acreditam e jamais admitiriam traço de falsidade. Mas o que mais motiva a crença do cristão e seu esforço ininterrupto para lutar contra si mesmo, considerando-se seu maior inimigo, é o interesse próprio e o medo. Ambiciona o céu e se apavora ante a menor possibilidade de ir para  inferno. Em palavras simples e diretas: quer simplesmente salvar a própria pele e ainda ser condecorado por isso... Não foi o que Paulo mesmo demonstrou ao dizer: &quot;Não sabeis que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas só um leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível... Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.&quot; (I Coríntios 9: 24, 25,27).

Preciso dizer mais? O cara despreza, abomina a própria corporalidade, teme o vexame de fazer qualquer coisa diferente do que prega e se consola diante de todo esse sofrimento com uma esperança trasmundana, ou seja, de um mundo além desse. O pior é que ele é o modelo que a maioria dos cristãos quer seguir. Espelham-se muito mais em Paulo do que em Jesus. O cristianismo deveria chamar-se &quot;paulinismo&quot;. Não é à toa que a cristandade veio a ser tão colérica, ressentida, esquizofrênica, auto-flagelada em função de dogmas desumanos e antinaturais. Afinal, Paulo - o apóstolo que mais sobressaiu - era o exemplo perfeito de todos esses transtornos.

É uma pena que a maioria das pessoas não se dê o trabalho de examinar suas próprias crenças à luz da razão. E apesar do grau de instrução que algumas pessoas atingem, é comum ver pouca atividade racional por parte desses mesmos indivíduos por causa do medo que silenciosamente nutrem de perderem a fé.  Mas não está aí mesmo a maior prova de que a fé é mero obscurantismo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aí vai um texto que eu corri o risco de escrever. Sim, porque escrever sempre é um riso e publicar é um ato quase suicida. Deixar-se escrutinar por olhos anÃ´nimos não é a coisa mais prudente a fazer, mas é assim que o conhecimento avança. Então, aí vai:</p>
<p>Lendo Nietzsche em seu escrito denominado “Sobre a verdade e a mentira num sentido ‘extra moral’”, senti-me impelido a colocar alguns dos meus próprios pensamentos no papel. Depois, concluí que seria interessante compartilhá-los aqui, ainda que pudessem atingir os sentimentos dos mais religiosos. Ainda que assim seja, vale a pena abrir a mente para pensar diferente, mesmo que depois continuemos pensando do mesmo jeito que pensávamos antes. Portanto, aí vai…</p>
<p>A pergunta de Pilatos que ficou sem resposta da parte de Jesus encontra em Nietzsche uma boa réplica. “Portanto, o que é verdade? Uma multidão móvel de metáforas, metonímias, antropomorfismos, enfim: uma soma de relações humanas poética e retoricamete potencializadas, transpostas e ornadas e que, depois de longo uso, parecem a um povo sólidas, canÃ´nicas e obrigatórias: as verdades são ilusões sobre as quais se esqueceu tratar-se de metáforas que se tornaram usadas e sem força sensível, moedas que perderam sua impressão e agora são consideradas apenas metal, não mais moedas.”</p>
<p>É interessante como o ser humano é um bicho capaz de projeções tão complexas que chegam a convencer até a si mesmo de sua veracidade.</p>
<p>No princípio era o homem, e o homem estava com medo, e do medo vieram os deuses. O medo estava no princípio com o homem. Todos os mitos foram feitos por ele, e, sem ele, nenhum mito se fez. A superstição estava nele, e a superstição obscurecia o entendimento dos homens, mas a razão prevaleceu contra ela.</p>
<p>Houve muitos deuses criados pelos homens à sua própria imagem e semelhança, mas o homem queria alguém maior do que ele, não só em força, beleza, inteligência, mas em “pureza”. O homem purificou tanto os deuses de sua semelhança consigo que acabou projetando uma divindade absolutamente isolada de tudo o que fosse natural ou terreno. Depois almejou ser igual ao deus que ele mesmo projetara, e foi se desnaturalizando.</p>
<p>Assim foi que muias religiões começaram a se opor a qualquer traço de “mundanidade” na vida humana. O cristianismo considera virtuosos o jejum (não comer e não beber), a vigília (não dormir), a reclusão (não se divertir ou socializar), a castidade (não transar fora do matrimÃ´nio) e o celibato (jamais transar), além de uma série de outras negações do que seja mundano ou corporal. </p>
<p>Ao projetar um deus que é espírito transcendente e que não tolera o menor vestígio de desejos e aspirações humanos à naturalidade (qualidade do que é natural), o ser humano criou um monstro e esqueceu que esse monstro não passa de mera projeção de sua conturbada “psyché”. Temendo o monstro que ele mesmo criou, o bicho homem vive tentando amansá-lo com uma série de regras e sacrifícios, e esquece que o grande “barato” da existência humana é a própria vida neste mundo que o cerca e no contexto das possibilidades que o próprio universo lhe oferece. A superstição só serve para impedir a felicidade ou travar o desenvolvimento saudável de nossas mentes e corpos.</p>
<p>O cristianismo não é melhor do que a mitologia dos povos antigos. Alguns judeus, sob influência fortíssima dos gregos e romanos, criaram o deus cristão, com seus trasmundos (mundos além deste). Em nada diferindo das crenças antigas de vários povos. Nietzsche chega a dizer que o cristianismo é o platonismo para o povo. </p>
<p>Enquanto os crentes de todos os matizes pensam possuir uma revelação especial, ignoram que o cristianismo só se tornou uma religião mundial usando o poder temporal em suas mais sórdidas versões. Os protestantes, então, são os mais iludidos , pois pensam que foi graças ao poder da bíblia e do espírito santo que muitos povos foram convertidos ontem e hoje. No entanto, nenhuma missão foi executada sem a espada do colonizador (invasor, para ser mais exato) que obrigava a conversão à força ou a estimulava através de benefícios especiais. Com o tempo, o próprio povo dominado passava a crer no que lhe impunha o dominador, e assimilava toda aquela superstição como verdade. Muita violência e corrupção de toda espécie foram necessárias para que o mundo chegasse a abrigar mais de um bilhão de cristãos, em nada melhores que quaisquer outros religiosos. Pensam-se separados por deus, quando na verdade não passam de seres angustiados que, movidos pelo medo, esforçam-se em amar a deus; amor no qual muitos deles realmente acreditam e jamais admitiriam traço de falsidade. Mas o que mais motiva a crença do cristão e seu esforço ininterrupto para lutar contra si mesmo, considerando-se seu maior inimigo, é o interesse próprio e o medo. Ambiciona o céu e se apavora ante a menor possibilidade de ir para  inferno. Em palavras simples e diretas: quer simplesmente salvar a própria pele e ainda ser condecorado por isso… Não foi o que Paulo mesmo demonstrou ao dizer: “Não sabeis que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas só um leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis. Todo atleta em tudo se domina; aqueles para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível… Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado.” (I Coríntios 9: 24, 25,27).</p>
<p>Preciso dizer mais? O cara despreza, abomina a própria corporalidade, teme o vexame de fazer qualquer coisa diferente do que prega e se consola diante de todo esse sofrimento com uma esperança trasmundana, ou seja, de um mundo além desse. O pior é que ele é o modelo que a maioria dos cristãos quer seguir. Espelham-se muito mais em Paulo do que em Jesus. O cristianismo deveria chamar-se “paulinismo”. Não é à toa que a cristandade veio a ser tão colérica, ressentida, esquizofrênica, auto-flagelada em função de dogmas desumanos e antinaturais. Afinal, Paulo — o apóstolo que mais sobressaiu — era o exemplo perfeito de todos esses transtornos.</p>
<p>É uma pena que a maioria das pessoas não se dê o trabalho de examinar suas próprias crenças à luz da razão. E apesar do grau de instrução que algumas pessoas atingem, é comum ver pouca atividade racional por parte desses mesmos indivíduos por causa do medo que silenciosamente nutrem de perderem a fé.  Mas não está aí mesmo a maior prova de que a fé é mero obscurantismo?</p>
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	<item>
		<title>Por: Sergio Viula</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-18178</link>
		<dc:creator>Sergio Viula</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 16:23:38 +0000</pubDate>
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		<description>Rapaz, adorei o teu site!!! Sou ateu também e adoro filosofia. Achei teu site super inteligente e fácil de entender. Qualquer um pode compreender o que vc deseja transmitir. Tomei a liberdade de &quot;clonar&quot; esse texto sobre moral e publicar no meu blog, com o devido crédito. Vou colocar o teu link entre meus favoritos. Tomara que muita gente acesse.

Um abraço forte,
Sergio Viula
Rio de Janeiro - Brasil</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rapaz, adorei o teu site!!! Sou ateu também e adoro filosofia. Achei teu site super inteligente e fácil de entender. Qualquer um pode compreender o que vc deseja transmitir. Tomei a liberdade de “clonar” esse texto sobre moral e publicar no meu blog, com o devido crédito. Vou colocar o teu link entre meus favoritos. Tomara que muita gente acesse.</p>
<p>Um abraço forte,<br />
Sergio Viula<br />
Rio de Janeiro — Brasil</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Amaral Couto</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-3040</link>
		<dc:creator>Pedro Amaral Couto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Apr 2007 15:40:10 +0000</pubDate>
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		<description>Um artigo do jornal Times diz que , &quot;de acordo com o estudo, a crença e adoração a um Deus não só são desnecessários para a saúde da sociedade, como pode na realidade contribuir para problemas sociais&quot; :
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article571206.ece</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um artigo do jornal Times diz que , “de acordo com o estudo, a crença e adoração a um Deus não só são desnecessários para a saúde da sociedade, como pode na realidade contribuir para problemas sociais” :<br />
<a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article571206.ece" rel="nofollow">http://www.timesonline.co.uk/tol/news/uk/article571206.ece</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nelson luiz pedra</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2007/04/26/sobre-a-moral/comment-page-1/#comment-2999</link>
		<dc:creator>Nelson luiz pedra</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2007 23:50:28 +0000</pubDate>
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		<description>Infelizmente as religiões estão aí para infernizar a vida de todos.
Baniremos as mesmas quando dizimarmos a ignorância.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente as religiões estão aí para infernizar a vida de todos.<br />
Baniremos as mesmas quando dizimarmos a ignorância.</p>
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