Nunca tinha reparado! Qual não foi o meu espanto ao entrar hoje na estação da BP na Av. Índia para pagar o reabastecimento que acabara de fazer quando vi a excelente garrafeira exposta estrategicamente atrás do operador de caixa: whiskies, vodkas, licores, por aí fora... Ao olhar à volta, lá estavam, também, uma variedade considerável de cervejas!
Álcool? À venda numa estação de serviço? You gotta be kidding...
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Conheço poucas bombas de gasolina onde não se venda álcool.
Isto é dos maiores absurdos que se vê nas estradas portuguesas.
Sinceramente não vejo mal nisto. É o resultado da sociedade em que vivemos, basta olhar para as nossas estações de correios e ver em que se estão a transformar. Já vendem desde artigos de papelaria, até música, livros, etc… não falta muito para venderem também alimentos, roupas, automóveis, enfim tudo o que aquelas cabeçinhas pensadoras acharem que dá mais dinheiro em vez de melhorarem o serviço.
Absurdo para mim era se a taxa fosse 0%, uma vez que é permitido beber e conduzir (desde que não seja ao mesmo tempo) as bebidas têm razão para estar lá.
Então, por esse raciocínio, tb se podem vender cigarros nos hospitais, certo? O que interessa é vender…
O raciocínio não é meu, mas sim da sociedade actual. Em todo o caso se houve-se mais respeito e melhor formação e educação por parte dos condutores, podias ter tudo à venda que não tinhas problemas.
Vê o caso Luisão, numa reportagem na tv aparece um profissional do volante (camionista) a dizer que em 20 anos de profissão nunca tinha “ido ao balão” por sorte, pois tinha dias que estava bem pior que o Luisão. Com palermas destes na estrada eu pergunto porque é que a taxa não é 0%?
A resposta apareceu quando tentaram baixar os valores, com os produtores de vinhos a queixarem-se que não vendiam.
Por aqui vês que o que interessa é vender e não educar.
Não percebo porque não se há-de vender álcool…não são só os condutores que entram numa bomba de gasolina.
Cada um tem é de ter responsabilidade (já a devia ter antes de decidir tirar a carta) para decidir o que deve ou não fazer.
Se eu quiser vou agora mesmo comprar heroína, também está disponível em vários sítios, mas sei que não o devo fazer.
Alem disso se não se vendesse, quem quisesse beber não tinha grandes dificuldades em levar umas garrafas na mala.
Acho que há coisas piores que vender álcool em bombas.
Luis,
Eu entendo esse raciocínio e concordo com ele até certo ponto. O problema é que a malta não se enxerga e, como se costuma dizer, a ocasião faz o ladrão.
Quanto a haver coisas piores que vender alcoól em bombas, também concordo. As bombas não serem de álcool e serem de dirivados do petróleo, por exemplo.
se fosse assim,era melhor acabar com os parques automoveis nos hipermercados,visto que se vai de carro e compra-se alcool tb,ou só se podia ir a pé a cafés,sei lá,acho que faz parte da consciencia,e pela minha expriencia de estar atras do balcão,a maior parte daquelas bebidas destinam-se a pedestres,pk um posto de combustivel,é um ponto de encontro,um café da zona.…gracias pela audição..abraços
Pois a mim parece-me muito bem. Da última vez que estive em Lisboa, depois da meia-noite, andei mais de uma hora às voltas com o carro, para comprar umas cervejinhas (para levar para casa, evidentemente)… E quando finalmente lá me consegui abastecer, foi na bomba.
Ora temos ter atenção estes casos. Não podemos é pre-supor que o cidadão, comum, porque exposto a um determinado produto, o vá comprar e imediatamente consumir…
por falar em consumir… Então o amigo Pestana, sabe onde é que se compra uma coisa dessas e não compartilha a informação aqui com o pessoal? Vá lá, não seja egoista…
Xiquinho,
Vicie-se em mulheres (ou homens conforme os gostos) que vale mais a pena (a pagar não conta!)