Vai um cigarrinho ateu?

Eu sei que esta máxima é muito primária, mas já há algum tempo que tinha vontade de protestar contra a caça ao fumador. Eu fumo, é verdade, e não me orgulho disso. Mas, convenhamos, também não tenho nenhum peso na consciência em relação aos fumadores passivos. Uma atitude cívica q.b. é suficiente para ninguém ter que levar com o meu fumo.
Compreenderia melhor uma tentativa de proibição do tabaco do que algumas tentativas hipócritas por parte do governo em relação aos fumadores. Mamam nos impostos, mamam nas coimas, mamam onde querem… hum!?! Bem…
Cá por mim, vou mamar num cigarro!
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Herderzito…tens razão na hipócrisia da dita caça ao fumador…eu como fumadora passiva apenas digo:; fumem mto k assim pago menos impostos!!! É uma verdade…
Mas “sofro” um cadito cada vez k passo belos momentos no teu bar…caramba o fumo leva-me ás lágrimas…e não, não é por ti k xoro!!!!
Bjos e fica bem
Caro Hélder
O problema é mesmo o civismo… senão atentemos à problemática dos acidentes rodoviários, dos concursos de “gosma” verde na calçada e da mija nos cantos (um dos sinais mais típicos da Lisboa e Seixal antigos).
Assim tenho para mim que se não for através de leis (aquelas cuja transgressão implique consequências ao transgressor), que os fumadores activos farão intencionalmente ou não os passivos (parece quase gay esta conversa !) correrem mais riscos por causa de um vício que manifestamente não partilham.
A liberdade de uns acaba onde começa a dos outros, e Portugal é terra de atropelos.
Um abraço da outra margem…
onde as pontes ainda têm portagem…
AXSX
Oh, Artur, é bom ver-te por aqui. Espero que esteja tudo bem com vocês.
O problema não se reduz apenas ao civismo. A prática ou não deste, depende essencialmente, da formação que cada um terá. E, como em muitas outras matérias, prefere-se criar um sistema de multas do que formar.
O que não deixa de ser curioso é que nalguns casos onde a falta de formação despoleta o problema, opta-se pela liberalização. Noutros casos, pela penalização! Assim, tipo… depende!
De todos os casos que referiste, confesso que, se bem me lembro, há poucos prazeres como aquele de fazer uma mijinha contra a parede dum prédio ou, melhor ainda, contra uma arvore numa noite ventosa de inverno. È um prazer do qual já não desfruto há muitos, muitos anos mas que me deixa nostálgico.
No entanto, todas as noites à saída do Bairro Alto tenho a sensação de estar a passar junto dos contentores de lixo de qualquer marisqueira manhosa. Vá-se lá saber porquê…
Guida,
Nós, no Palpita-me, temos esta pancada: adoramos ver mulheres a chorar.
Um beijo.
Parece-me que temos aqui a eterna discução sobre o sexo dos anjos…
O próximo passo, e não falta muito porque o referendo já está marcado, é saber se o aborto ou a IVG (como lhe quiserem chamar) é moralmente e/ou eticamente aceitável ou não.
Fica a questão num país onde tu muito bem referiste se fazem as coisas tipo… depende!