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	<title>Comentários em: A Ineficácia Muçulmana</title>
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	<description>Penso, logo, sou ateu</description>
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		<title>Por: Máquina Zero</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2006/08/02/a-ineficacia-muculmana/comment-page-1/#comment-59</link>
		<dc:creator>Máquina Zero</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2006 11:06:18 +0000</pubDate>
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		<description>Meu caro, a promiscuidade entre Estado/Religião é sempre sangrenta. Mas quando a religião é a muçulmana, o sangue escorre com maior abundância. Por uma simples razão: as características medievais dessa mesma religião. 

cumprimentos

Máquina Zero</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro, a promiscuidade entre Estado/Religião é sempre sangrenta. Mas quando a religião é a muçulmana, o sangue escorre com maior abundância. Por uma simples razão: as características medievais dessa mesma religião. </p>
<p>cumprimentos</p>
<p>Máquina Zero</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Helder</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2006/08/02/a-ineficacia-muculmana/comment-page-1/#comment-53</link>
		<dc:creator>Helder</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2006 01:16:27 +0000</pubDate>
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		<description>Caro MZ,

Obrigado pelo seu comentário. Percebo o seu raciocínio. O que nos separa é que você parece apontar mais o dedo à religião muçulmana em particular, como se esse fosse só um problema dessa religião. Eu acho que o problema essencial reside na promiscuidade Estado/Religião, independentemente de ser muçulmana ou outra qualquer.

Um abraço.

Helder</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro MZ,</p>
<p>Obrigado pelo seu comentário. Percebo o seu raciocínio. O que nos separa é que você parece apontar mais o dedo à religião muçulmana em particular, como se esse fosse só um problema dessa religião. Eu acho que o problema essencial reside na promiscuidade Estado/Religião, independentemente de ser muçulmana ou outra qualquer.</p>
<p>Um abraço.</p>
<p>Helder</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Máquina Zero</title>
		<link>http://www.heldersanches.com/2006/08/02/a-ineficacia-muculmana/comment-page-1/#comment-50</link>
		<dc:creator>Máquina Zero</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Aug 2006 14:11:38 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Helder Sanches:

Deixe-me apenas salientar qeu discordo da sua análise à minha análise - passe a redundância. Primeiro que tudo, o texto em questão não aborda apenas o problema da taxa de analfabetismo. Vai muito mais longe. E obrigado por me dar razão. O grande problema dos países muçulmanos é a inexistência de uma separação entre religião e Estado, diz você. Concordo totalmente. Acresce a isso o facto de não serem Democracias. Concordo com maior ênfase. E porquê? Porque o Islão não admite vida para além da religião, sobretudo vida política.  O Islão não admite, por exemplo, igualdade de direitos entre homens e mulheres. É possível ter uma Democracia que não aplique este princípio? 
O estado de Portugal quando a Igreja era a religião &#039;oficial&#039; é elucidativo. Religião, só fora do Estado. Já agora, lembre-se lá de um país de maioria muçulmana onde haja separa essa separação entre religião e Estado e que seja uma Democracia. 
Mas repare: o artigo não é meu. É de um académico e economista paquistanês e foi publicado em português num dos fóruns da Comunidade Islâmica da Web. 

Melhores cumprimentos

Máquina Zero</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Helder Sanches:</p>
<p>Deixe-me apenas salientar qeu discordo da sua análise à minha análise &#8211; passe a redundância. Primeiro que tudo, o texto em questão não aborda apenas o problema da taxa de analfabetismo. Vai muito mais longe. E obrigado por me dar razão. O grande problema dos países muçulmanos é a inexistência de uma separação entre religião e Estado, diz você. Concordo totalmente. Acresce a isso o facto de não serem Democracias. Concordo com maior ênfase. E porquê? Porque o Islão não admite vida para além da religião, sobretudo vida política.  O Islão não admite, por exemplo, igualdade de direitos entre homens e mulheres. É possível ter uma Democracia que não aplique este princípio?<br />
O estado de Portugal quando a Igreja era a religião &#8216;oficial&#8217; é elucidativo. Religião, só fora do Estado. Já agora, lembre-se lá de um país de maioria muçulmana onde haja separa essa separação entre religião e Estado e que seja uma Democracia.<br />
Mas repare: o artigo não é meu. É de um académico e economista paquistanês e foi publicado em português num dos fóruns da Comunidade Islâmica da Web. </p>
<p>Melhores cumprimentos</p>
<p>Máquina Zero</p>
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